segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Dezembro de 2015 (nº28)

Dezembro de 2015 (nº28)


Férias na fazenda

Ed. nº 28 (dezembro de 2015)

Férias na fazenda

  Carlos o grande entrou de férias em dezembro e convidou seus amigos de trabalho para passar um fim de semana em sua fazenda.
  Todos confirmaram presença.
- Vou alugar um ônibus para levar todos. Disse Carlos o grande.
  Chegando lá, todos começaram a desembarcar e se maravilharam com tanta beleza.
- Que fazenda linda!  Exclamou Marco Mosca.
- Cala a boca.  Disse a irritada Eliane M. L. enquanto dava um tapão no pescoço de Marco Mosca.
- Olha só quem vem ali montado num cavalo muito lindo! Alertou o entusiasmado Paulo
Elétron.
- É o Carlão montando seu alazão. Gritou o eufórico Rogério Nem.
  E enquanto Carlão o grande se aproximava,  um gigantesco veículo aéreo também se aproximava.
- O que é aquilo? Gritou o apavorado Alfredo sem Medo.
- Não se preocupe Alfredo, eu te protegerei!  Afirmou Kátia Katinha enquanto entrava na frente de Alfredo para protege-lo.
- Não tenham medo amigos!  Avisou Carlos o grande enquanto chegava.
- Que cavalão bonito você tem!  Disse Sebastião Somente.
- Ele se chama Jeff.
- Jeff? É abreviação de Jefferson? Perguntou Sebastião curioso
.
- Fiquem tranquilos, vocês só tem que entrar no veículo e o mais, saberão depois.  Afirmou Carlos o grande com olhar sério e penetrante.
  Nesse instante, o veículo se aproxima e para a uma distância de uns quinhentos metros. É enorme.  Parece ter uns trezentos metros de largura. Seu formato é retangular, prateado e cheio de antenas no teto.
  Ficou ali parado a altura de uns cinco metros.
  Todos ficaram nervosos e não compreendiam o que estava acontecendo.
  Carlão então disse: - Amigos, precisamos entrar neste veículo.
  Nesse instante, Carlão salta do cavalo e vai em direção ao veículo que desce em direção ao solo como um elevador.
  Carlão entra. Ninguém consegue enxergar o interior da nave.
  Todos ficam atônitos.
- Caramba, o Cara é bom!  Afirmou Marcelo Bossa Nova.
- O que vamos fazer?  Gritou apavorado e arrancando as roupas, Marcelo musculoso.
- Calma amigos,  relaxem e entrem no veículo.  Afirmou Márcia Esponja sóbria.
  E assim foi. Um a um,  todos foram entrando.
  Márcia Esponja foi a primeira.
  Logo depois,  Marcelo Bossa Nova.
- Vou entrar e quebrar tudo lá dentro.  Afirmou Marcelo musculoso.
  Nada aconteceu.
- Sinto-me atraído por esse mistério. Vou entrar.  Disse Marco Mosca.
- Você não vai sem mim.  Gritou Eliane M. L.
- Vo, vo, vou entrar co, co, com você San,  San, Santana.  Eu,  eu, tô, tô, com me, medo. Gaguejou Antônio Gaguinho para Santana de Couro que o olhava de lado.
-
Será que lá dentro tem wi-fi? Perguntou Vanessa.
  E assim continuaram a entrar na nave.  Parecia incontrolável.
  Todos sentiam um forte desejo de embarcar.
  Cícero disse: - Queria embarcar de terno.
 - Tomara que não tenha crianças lá dentro.  Eu não tô boa hoje.  Reclamou Sandra Para Que. 
- Vou entrar e soltar uns gases de elétrons. Talvez isso faça com que a nave não decole.  Disse Paulo Elétron aos outros.
- Prefiro embarcar. Talvez precisem de meus serviços.  Afirmou confiante o Dr. Fábio. 
  Neide Perninha,  Neide da Copa e Heloisa Melodia se abraçaram e entraram juntas na nave.  - Seja o que Deus quer.  Afirmou Heloisa Melodia.
  Nilton Hot Dog correu todo animado. - Tomara que tenha cachorro quente lá dentro.
- Mas o que é aquilo que vem voando lá? Perguntou alguém.
  Parecia um foguete na velocidade do som.
- Nossa, ele tá usando um colã azul bebê e a capinha é rosinha.  Vejam, é o Nilton X. Gritou um fã apaixonado.
  E voando a velocidade incrível, Nilton X vai em direção a nave.
- Vou derrubar esta nave com minha incrível força X.
  Ele foi.  Passou como um raio. E todos testemunharam a entrada dele na nave.  E nada aconteceu.
  Os que ainda não haviam entrado, ficaram receosos.  Mas a vontade de embarcar era maior.
  Ninguém sabia explicar.
- Todos embarquem, vamos partir.  Avisou Carlos o Grande na porta da gigantesca nave.
- Espera, estou esperando a minha amiga Ana Flor. Gritou a preocupada Tici Catchup.
- Ela foi passear no roseiral.  Afirmou a nervosa Lu Mostarda.
- Não podemos esperar mais. Deixem ela e subam. Afirmou Carlos o Grande.
- Você é muito insensível. Gritou a chorosa Tici catchup.
- Qual é chefe, você sabe que temos nossas prioridades.  Agora deixa de palhaçada e subam. Ordenou Carlos o Grande voltando para o interior da nave.
  Tici Catchup e Lu Mostarda decidiriam embarcar.
  E quando a nave já dava sinais de que iria subir:
- Espera, espera, não me deixem aqui.  Gritava Ana Flor apavorada saindo do meio do roseiral, correndo como nunca correra em toda sua vida.
- Espera,  esse fdp não gosta de mim. Nós somos o trio tempero, nunca nos separamos. Gritava a apavorada Ana Flor.
- Ela tá certa amiga. Nunca nos separamos. Afirmou a corajosa Tici Catchup.
- Vamos saltar e ficar com ela amiga.  Completou a surtada Lu Mostarda.
  Então, quando elas se preparavam para saltar, es que surge do meio do milharal.
- Eu sou o Coronel Sérgio Bruaca e vou te levar para dentro deste veiculo misterioso.
  E num lance rápido o Coronel Sérgio Bruaca agarra na cintura de Ana Flor e dá um salto extraordinário em direção a nave. 
- Amiga, você conseguiu.  Chorou de alegria Lu Mostarda.
  Finalmente com todos a bordo, a nave parte para seu destino.
- Caramba cara que nave maneira!  Se admirou o Coronel Sérgio Bruaca.
  Todos estavam a bordo e sentados em seus respectivos lugares. E lá na frente, havia duas pessoas pilotando a nave.
  Um deles é Carlão. Mas e o outro?
- Aí Carlão, quem é esse otário sentado ao seu lado? Perguntou o Coronel Sérgio Bruaca em tom de deboche.
- Sou eu, Jefferson o filósofo. Responde ele ao mesmo tempo em que se levanta e se vira para todos o verem pelado.
- Aí cara que barba enorme é essa? Tá lindão em! Perguntou
Rogério Nem todo suado.
- É barba de filósofo. Respondeu Jefferson o filósofo alisando a barba que ia até as coxinhas.
- Tem wi-fi aqui?  Perguntou Vanessa.
- Não, não tem.  Agora fiquem quietos e sentados pois a viagem é curta porém rápida.
  Logo chegaremos ao nosso destino.
- Por acaso tem alguma coisa pra comer? Perguntou Nilton Hot Dog.
  Jefferson o filósofo olha para ele, passa a mão na barba e volta para seu lugar.
  Aí pessoal, agora que vai começar a diversão!  Afirmou Carlos o Grande.
- To aqui
pro que der e vier!  Gritou a eufórica Glória Glorinha.
- Aí, flamenguista não tem medo de nada! Nós somos urubu chupando manga! Gritou a eufórica Alessandra Mengão.
- No fim dessa viagem, todo mundo vai sair daqui mengão!  Completou.
- É isso aí!  Mengão na veia!  Apoiou o alucinado Coronel Sérgio Bruaca.
- Já acabou a palhaçada? Perguntou Carlão.
- Fiquem quietos.
  Finalmente a nave decola.
- O que é aquilo ali? Apontou Carlão para o lado de fora.
- Parece um para-quuedas. Afirmou Jefferson o filósofo.
- Não, é um parapente. É o Antônio Perfeito. O coroa é sinistro!
- Leva a nave até ele e chupa o cara pra dentro. Ordenou Carlão.
  Jefferson obedeceu.
  E num passe de mágica, a nave começa a percorrer todo planeta a velocidade incrível.
  Todos ficam maravilhados com o que veem.
- Atenção agora pessoal, vamos entrar em velocidade incrível.
Alertou Jefferson o filósofo.
  De repente algo acontece.
- A nave está vibrando muito. Alertou Carlão.
- Está puxando para a esquerda. Afirmou Jefferson.
- A propulsão magnética não está perfeita. Vá ver se consegue descobrir a causa. Completou Jefferson.
  Carlão se levanta e pede ajuda a Paulo Elétron.
- Talvez se eu soltar uns gases elétrons, a nave se estabilize.  Afirmou Paulo Elétron.
  Carlão começou a observar e falou.
- Flávia, passa para o outro lado agora. Ordenou Carlão.
Flávia obedeceu.
- É isso aí!  Comemorou Jefferson o filósofo.
- A nave estabilizou!  Comemorou
Carlão.
- Vai pra academia!  Gritou alguém ao fundo para Flávia.
- Se tu é homem aparece fdp. Gritou de volta Ana Flor.
- Chegamos!  Comemoraram Carlão e Jefferson.
  Então de repente, a nave começou a se iluminar de tal forma, que o corredor entre as poltronas, o teto e as paredes ficaram transparentes. Podíamos ver tudo ao redor. Pássaros, animais correndo,um verde maravilhoso com árvores magníficas, cachoeiras belíssimas.
Um paraíso!
  Então, percebemos que não éramos os únicos.
  Por toda parte surgiam naves e mais naves.  Milhares delas.
  Algo extraordinário estava para acontecer.
  De repente, as naves começaram a pousar.
  Quando nossa nave pousou, Carlão avisa: - permaneçam em seus lugares.
  A nave começou a se transformar. Quando percebemos, a nave havia se transformado em uma grande mesa. E todas as outras também.
- Amigos, seus familiares estão chegando. Avisou Jefferson o filósofo. 
  É muito bonito! 
  Toda aquela multidão!
  E passado algum tempo, todos começaram a sentir algo extraordinário em seus corações.
  Algo que somente um pode e tem poder para tal.
  De repente, uma luz muito forte aparece no céu.
  É uma luz que não ofusca nossa visão.  Mais ilumina todos nós por dentro.
  Aquela luz vai descendo até chegar ao chão.
  E no mesmo instante todos o reconhecem.
  É Ele!  É Jesus!
  Irmãos, Eu Amo vocês!
  Hoje é um dia especial!
  Toda a humanidade aqui reunida para ceiar Comigo.
  Eu
Vim para lhes dar o alimento.
  O alimento espiritual do qual todos devem se alimentar e se fartar.
  Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5).
  Este é o maior e o primeiro mandamento.
  E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo
como a ti mesmo (Lv 19,18).
  Nesses dois mandamentos
 se resumem toda a lei e os profetas.
  Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
  Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
  Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
  Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
  Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
  Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
  Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
  Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
  Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.