segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Marechal Marjorie - Marechais


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   Julius Embusteiro está de volta. Desta vez a Aliança enfrentará um adversário com sede de vingança.

Marechal Gabriel, Marechal Luan e Marechal Marjorie juntamente com seus aliados terão que lutar pela liberdade da humanidade com todas as suas forças! 


 Marechal Marjorie

(Marechais)


 

  Os acontecimentos a seguir, se passam a partir de 2074. São a continuação dos eventos de
 Marechal Gabriel...

  Quatro anos antes da Grande Batalha Final vencida pela aliança, Julius Embusteiro dava início a sua dominação sobre toda a Europa.
 
  Nesse mesmo tempo, a República Federativa do Brasil passava por uma crise política muito profunda.
  Políticos desacreditados, corrupção e caus urbano aonde a violência chegou ao limite extremo nas grandes cidades.
 
  Forças militares enfrentavam milícias que haviam dominado toda cidade do Rio de Janeiro e cidades vizinhas.
  Comandadas pelo Marechal Luan que tentava libertar a cidade pacificamente, as forças militares obtiveram significativas vitórias.
  Em determinada ocasião, as forças inimigas estavam encurraladas. Não tinham alternativas senão a rendição.
  Mas eles não se renderam.
  Marechal Luan dá ordens de cessar fogo. Em uma atitude inesperada, ele começa a caminhar na direção dos rebeldes sem sua armadura que permanecia recolhida em sua cintura.
  Ele chega perto do líder que o recebe com uma arma em punho.

1

 
  Marechal Luan então diz
- Irmão, não precisa ser assim! Baixe sua arma e peça que sua gente faça o mesmo. Essa batalha acabou! Estamos todos cansados disso tudo! Olhe só como a cidade ficou! É a hora da rendição! Já pagamos por nossos erros!
  Deus não se agrada de ver seus filhos brigando.
 
  O comandante da milícia abaixa a arma e concorda.
  Tudo termina bem e a cidade finalmente volta a sua normalidade.
 
  Dois meses depois, um abaixo assinado obriga o governo a realizar um plebiscito onde noventa e nove por cento da população da cidade do Rio de Janeiro concorda em mudar o nome da cidade para Luantrópolis. E votaram também para que Marechal Luan seja o Governador até quando quiser.
  A partir de agora, Marechal Luan passa a ser o Governador de cidade de Luantrópolis. Que passa a ser conhecida mundialmente como Luan City.
 
  Na cerimônia de posse…
 
  Marechal Luan recebe o título de governador de Luantrópolis e faz um discurso.
  Logo depois, comemoram no palácio da cidade.
  Entre os convidados, está o capitão do exército Gabriel Carlos, irmão do Marechal Luan que de imediato, vai cumprimentá-lo.
  - Irmão, parabéns!
  Marechal Luan aperta sua mão e diz.

2

- É só um título de honra! Logo vão eleger alguém para comandar esta cidade! O mais importante, é o que preciso que faça para mim irmão.
- Diga então! Respondeu o capitão Gabriel Carlos.
- Preciso que vá comigo em um vilarejo no interior da Bahia. Explicou Marechal Luan.
- O que vamos fazer lá?
  Marechal Luan coloca a mão no ombro de seu irmão e diz.
- Quando chegarmos lá, você saberá!
  E depois de envolvê-lo com o braço, Marechal Luan conclui.
- Vamos lá à mesa comemorar com papai e mamãe!
 
Dois dias depois…
 
  Marechal Luan e capitão Gabriel chegam ao vilarejo.
  Vão até uma pequena propriedade e param em frente a um estábulo.
- Irmão, você comprou um cavalo para mim? Perguntou capitão Gabriel com ar de deboche.
  Marechal Luan olha para seu irmão. E num toque de mágica, sua armadura azul cobre todo seu corpo.
- Cara, isso é incrível! Elogiou capitão Gabriel admirado.
 Marechal Luan então diz.
- Você não viu nada!
  Imediatamente, Marechal Luan estica o braço e do chão, sai uma caixa de metal verde brilhante.
  Capitão Gabriel fica pasmo.
  A caixa começa a se dissolver e o líquido verde brilhante se
  
                                                            3

desloca na direção de capitão Gabriel que se assusta.
- Fique tranquilo irmão! Disse Marechal Luan.
  Capitão Gabriel se lembrou de como seu irmão adquiriu sua armadura e aí, compreendeu. Deixou-se envolver pelo líquido verde brilhante que em segundos, tomou todo seu corpo, formando uma incrível armadura verde brilhante.
- Irmão, você está formidável! Elogiou Marechal Luan com orgulho.
- Está armadura é sua! Foi feita para você. Pense e ela fará! Ela se comunica com você em espírito. Por isso, nunca será usada por outra pessoa. Concluiu.
- Sim compreendo! A armadura está me mostrando todas as batalhas que já participou para manter a Paz e a justiça. Inacreditável! Ela Já foi de um cavaleiro templário com o mesmo DNA que o nosso! Disse capitão Gabriel enquanto admirava sua armadura.
- Por isso que a armadura só poderá ser utilizada por você. Explicou Marechal Luan.
- Parabéns Marechal Gabriel! Cumprimentou seu irmão com orgulho estampado em seu rosto.
- De onde tirou isso? Perguntou capitão Gabriel todo bobo.
 - Recebi o título de Marechal Luan de um morador de rua. Nada mais justo que eu escolha o seu. Respondeu com orgulho Marechal Luan.
  Marechal Gabriel recolhe a máscara de seu rosto e sorri.
 
Tempo atual
 
  Voltando aos dias da grande batalha final, forças da aliança

4

 

comandadas por Marechal Gabriel enfrentam o tirano Julius Embusteiro para libertar a Europa e o mundo de sua mão pesada.
  Julius Embusteiro enfrentava Marechal Gabriel e Marechal Luan quando Sir Willian Selvagem conseguiu abrir um portal em que Julius Embusteiro acaba caindo.
  Nesse instante, um portal se abre no meio da floresta amazônica e Julius Embusteiro sai por ele, caindo numa possa de água.
  Imediatamente, Julius Embusteiro se levanta e corre na direção do portal que se fecha fazendo com que bata de frente com uma gigantesca árvore.
- Não posso ser derrotado assim! Gritou enquanto lançava raios de energia de sua mão derrubando várias árvores.
  Julius Embusteiro se ajoelha e leva às mãos a cabeça.
  Ele se deita e fica assim por várias horas.
  A chuva vem, a noite cai! O frio juntamente com a chuva é implacável! Mas mesmo assim, Julius Embusteiro continua deitado pensando no que fazer.
 
  Ao amanhecer, a chuva para e o sol aparece.
  Julius Embusteiro se levanta e contempla a visita.
  Mato para todos os lados. Mal dá para ver a luz do sol.
  A raiva o consome.
- Como pude ser derrotado outra vez? Estou no meio do nada!
- Que lugar é esse? Perguntava enquanto andava na selva tentando chegar a algum lugar.
  Quatro dias se passam. Julius Embusteiro continua furioso. Derruba árvores, caça animais para comer cru mesmo. Está

                                                                    5

 

virando um selvagem!
  De repente, ele ouve um barulho.
  Vai à direção do barulho e se depara com um bando de garimpeiros clandestinos.
  Entre eles, há um indígena.
- Quem é você coisa nojenta? Perguntou um dos garimpeiros já apontando uma arma para Julius Embusteiro.
  Julius Embusteiro não perde tempo. Vai à direção dele e agarra o garimpeiro pelo pescoço enquanto falava.
  Os outros começam a atirar.
  Imediatamente Julius Embusteiro lança um raio que faz todos caírem no chão.
  Só o garimpeiro que está na sua mão e o índio sobrevive.
- Inseto mestiço. Se não quiser acabar assim, faça o que mando.
  Nesse instante, Julius Embusteiro solta o garimpeiro e vai à direção da comida.
- Não tente fugir! Advertiu.
  O garimpeiro fica no chão cheio de medo.
  O indígena se ajoelha e vai com o rosto ao chão e começa a reverenciá-lo.
  Julius Embusteiro começa a comer como um animal selvagem.
  Ele observa o indígena.
- Você fala português. Então presumo que estejamos na Amazônia. Correto? Perguntou Julius Embusteiro em voz alta e agressiva.
- Sim! Respondeu o garimpeiro.
- Não preciso mais de você. Sentencia Julius Embusteiro apontando a mão para ele e preparando o golpe mortal.

6

 

  O garimpeiro implora pela vida.
  Julius Embusteiro começa a rir. Vai na direção do indígena que continua de joelhos com o rosto colado ao chão.
  Ele se senta de frente para o indígena e pergunta ao garimpeiro.
- Qual o seu nome?
- Jeredaia Redois. Respondeu o garimpeiro.
  Julius Embusteiro olha fixamente para o garimpeiro e depois de breve intervalo, responde.
- Precisa ter algo que me interesse para que eu poupe sua vida. Pois seu nome não o está ajudando.
- A vontade que tenho é de matar você e quem lhe deu esse nome.
- Eu já fiz isso senhor! Respondeu o garimpeiro.
  Julius Embusteiro o olha espantado.
- Estou começando a gostar de você! Elogiou.
 
  Julius Embusteiro se levanta. Olha fixamente para o indígena e pergunta com voz grossa.
- Por que me reverência desta maneira?
- O senhor é poderoso e invencível! Com certeza foi enviado pelos deuses para nos libertar. Respondeu o indígena que permanecia curvado fingindo adora-lo.
- Libertar do que seu verme de cor vermelha? Perguntou Julius Embusteiro com ar de desprezo.
- Do homem branco que destrói nossas aldeias e nossa cultura. Respondeu o indígena.
- Jeredaia Redois? Deixe-me a par de tudo que há por aqui e do que temos. Ordenou Julius Embusteiro.
  E enquanto Jeredaia Redois lhe informava, Julius

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Embusteiro começava a ter ideias de como se reerguer e dominar o mundo mais uma vez.
 
  Horas mais tarde, Julius Embusteiro já arrumado e mais civilizado se aproxima do indígena que continuava curvado no chão e ordena.
- Levanta-te verme imundo.
  O índio se levanta. Porém, contínua de cabeça baixa.
  Julius Embusteiro então pergunta.
- Sua aldeia? Onde fica?
  O indígena responde.
- A alguns dias daqui. Naquela direção.
- Qual é seu nome?
- Marajó.
 - Vou te chamar de Cacique. Finalizou Julius Embusteiro.
- Jeredaia Redois? Gritou.
- Sim! O que deseja mestre?
- Podemos chegar na aldeia de caminhão?
- Sim mestre! Respondeu Jeredaia Redois com certo receio.
- Por que está com medo Jeredaia Redois? Perguntou Julius Embusteiro.
- Eles não são muito amigáveis. Respondeu Jeredaia Redois.
- Eu é que não sou muito amigável! Respondeu dando um sorriso.
- Vamos logo. Arrume o caminhão, pois a viagem é longa. Ordenou Julius Embusteiro.

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Marechal Gabriel (Origem)

 

                                                                                                      Acesse os livros: 
                                                     A Procura de Marechal Luan



 

Marechal Gabriel

(Origem)

 

 

  Quatro histórias que se interligam, dando origem a saga de nosso herói e sua 

equipe.

1 - Alfredo de Portugal

2 - Alfredo Holandês

3 - Marco Mosca

4 - Marco Mosca 2

 

1


Alfredo de Portugal

 

  Essa história se passa no ano de 1499, num vilarejo do interior da França. 

  Um jovem ferreiro trabalhava duro na confecção de ferraduras e colocação nos 

cavalos, quando de repente, surge em sua frente quatro cavaleiros cruzados 

montados em seus cavalos.

  Um deles o líder tinha cara de pirulito.

  - Bom dia reles ferreiro! Sou Lorde Alfredo de Portugal. Estou a caminho de 

Portugal em missão e paramos aqui para que eu possa falar com você. 

  - Sou apenas um ferreiro, o que queres de mim? 

  - Tu és Carlos o ferreiro?  Perguntou Alfredo de Portugal. 

  - É!  Sou! 

   Alfredo de Portugal desce de seu cavalo branco, olha diretamente para Carlos o ferreiro e diz: 

  - Sou um cavaleiro cruzado e para continuar assim, preciso pedir-lhe perdão! 

  Carlos o ferreiro se assusta com o que ouve e Alfredo de Portugal continua:

  - Preciso que me perdoe!  Conheci sua mãe há muito tempo atrás quando eu 

ainda era jovem. 

  Alfredo de Portugal faz leve pausa e continua.

  - Eu sou seu pai. Finalizou. 

  Carlos o ferreiro olha para ele e depois de demorado silêncio pergunta.  

  - Esse baixinho também é seu filho? Perguntou apontando a marreta em direção 

a um dos cavaleiros.  

  - Não!  Esse é Marco Coração de Leão. Rei da Inglaterra. Respondeu. 

  - E esse negão é seu filho? Perguntou apontando a marreta.  

  - Não!  Esse é Gérson do Egito descendente direto do faraó Tutankhamon. 

Respondeu Alfredo de Portugal já coçando a cabeça. 

  Carlos o ferreiro aponta a marreta para o terceiro cavaleiro e diz.  

  - Com certeza esse não é seu filho!  

  Alfredo de Portugal se surpreende e confirma. 

 
  - É ele não é
meu filho!  Ele é Jefferson Paaai.
 

  - Pai de quem?  Com certeza não é seu pai!  Retrucou Carlos o ferreiro 

visivelmente assustado.  

  - Ele é pai da Rainha Sofia da Escócia. Como você sabe que ele não é meu 

filho? Perguntou Alfredo de Portugal curioso.  

  Carlos o ferreiro apontou a marreta para Alfredo de Portugal

 e respondeu bem sério. 

  - Intuição de filho! 

  Curioso, Carlos o ferreiro pergunta. 

  - Por que Jefferson Paaai não é rei da Escócia? 

  Alfredo de Portugal esclarece. 

  - Sua filha o expulsou, pois ele era viciado em chupar sangue de animais. Hoje 

ele não faz mais isso! 

  Carlos o ferreiro se assusta. Aponta a marreta na direção de Jefferson Paaai e 

adverte. 

  - Fica longe de mim! 

  Em seguida, se vira para Alfredo de Portugal e pergunta. 

  - Mas afinal, o que você quer de mim? 

  - Preciso que me perdoe e que venha comigo, pois juntos, cumpriremos a 

missão que me foi dada em sonho. 

Carlos o ferreiro leva a mão ao queixo e diz. 

  - Quando terminarmos a missão, eu te respondo se perdoo. 

  - Então, tu vás comigo para Portugal? Perguntou Alfredo de Portugal com um 

sorriso bobo na cara. 

  - Ir para onde? 

  - Para Portugal! 

  - Pra quê? 

  - Para a missão! 

  - Que missão? 

  - A missão que me foi dada em sonho! Respondeu Alfredo de Portugal já 

irritado. 

  - Calma papai! Respondeu Carlos o ferreiro com cara de arteiro.

  Carlos o ferreiro leva a mão ao queixo e diz.

  - Quando terminarmos a missão, eu te respondo se perdoo.

  - Então, tu vás comigo para Portugal? Perguntou Alfredo de Portugal com um 

sorriso bobo na cara.

  - Ir para onde?

  - Para Portugal!

  - Pra quê?

  - Para a missão!

  - Que missão?

  - A missão que me foi dada em sonho! Respondeu Alfredo de Portugal já 

irritado.

  - Calma papai! Respondeu Carlos o ferreiro com cara de arteiro.

  Carlos o ferreiro leva a mão ao queixo e diz.

  - Quando terminarmos a missão, eu te respondo se perdoo.

  - Então, tu vás comigo para Portugal? Perguntou Alfredo de Portugal com um 

sorriso bobo na cara.

  - Ir para onde?

  - Para Portugal!

  - Pra quê?

  - Para a missão!

  - Que missão?

  - A missão que me foi dada em sonho! Respondeu Alfredo de Portugal já 

irritado.

  - Calma papai! Respondeu Carlos o ferreiro com cara de arteiro.

   Os outros cavaleiros começaram a rir. 

   Alfredo de Portugal olha para eles e diz. 

  - Vamos que já estamos atrasados.

   Alfredo de Portugal olha para eles e diz.

  - Vamos que já estamos atrasados.

   Alfredo de Portugal olha para eles e diz.

  - Vamos que já estamos atrasados.

  Ao anoitecer, depois de um dia de viagem, os cavaleiros e o ferreiro decidem 

descansar.

 


  Em volta da fogueira, enquanto se alimentam, Gerson do Egito resolve falar.

  - Você precisa de um nome de guerreiro.

  - Ele já tem um. É Ferreiro que ferra tudo. Respondeu Jefferson Paaai com ar de 

deboche.

  - Fica na tua vampiro! Eu já tenho um nome. É Carlos o Acusador. Assim me 

chamarei a partir de hoje. 

  - Isso mesmo meu filho, é assim que se deve proceder, um verdadeiro Cavaleiro 

Templário! Falou Alfredo de Portugal todo entusiasmado.

  - Fica feliz depois de terminarmos a missão velho! Retrucou Carlos o Acusador.

  Uma semana depois, finalmente os cinco cavaleiros templários chegam a 

Portugal.

  - Oh fim de mundo! Gritou bem alto Marco coração de Leão.

  - Pois muito que bem! Agora que já chegamos, você pode nos revelar qual é a 

missão a que viemos realizar? Perguntou Carlos o Acusador.

  - Paciência irmãos! Acamparemos aqui e mais tarde, lhes contarei tudo. 

Respondeu Alfredo de Portugal com ar de mistério.

  Mais tarde, enquanto Carlos o Acusador permanecia sentado e Gérson do Egito 

afiava sua espada, Jefferson Paai e Marco coração de Leão preparavam a 

refeição.

  Alfredo de Portugal, depois de longa meditação, resolve falar da missão.

  - Certa noite tive uma visão arrepiante e muito cruel. Logo depois ouvi uma 

voz 

dizer o que deveria fazer para evitar que essa visão do futuro aconteça.

 


  - Mais e aí? O que devemos fazer? Interrompeu Carlos o Acusador.

  - Na minha visão, devemos impedir uma mulher montada em um burro, de 

atravessar o riacho que passa no meio daquele vilarejo. Completou Alfredo de 

Portugal.

  - Ta falando sério? Você nos fez cavalgar até esse fim de mundo só para 

impedir 

uma mulher de andar com seu burro? Perguntou Carlos o Acusador já apontando 

sua marreta para Alfredo de Portugal que imediatamente respondeu.

  - Acalme-se! Parece brincadeira, mas o fato é de grande importância histórica. 

Só precisamos impedi-la de atravessar aquele riacho. Depois, vocês saberão por 

quê. 

  - Confie em seu pai jovem acusador! Apelou Gérson do Egito. 

  Carlos o Acusador guarda sua marreta e responde. 

  - Gostei do jovem! Acho bom isso tudo ser correto! Vamos dormir.

  - Confie em seu pai jovem acusador! Apelou Gérson do Egito.

  Carlos o Acusador guarda sua marreta e responde.

  - Gostei do jovem! Acho bom isso tudo ser correto! Vamos dormir.

  - Confie em seu pai jovem acusador! Apelou Gérson do Egito.

  Carlos o Acusador guarda sua marreta e responde.

  - Gostei do jovem! Acho bom isso tudo ser correto! Vamos dormir.

  Pela manhã, já chegando ao vilarejo de Ovar, Alfredo de Portugal alerta aos 

seus cavaleiros.

  - Lá está ela! Vamos! Ela está quase a atravessar o riacho.

Impeçam-na!

  Todos vão à caça. Correm com seus cavalos como nunca antes haviam corrido!

  - Pare já, Olga Espanhola! Não se atreva a cruzar este riacho!

  Advertiu Alfredo de Portugal, dando de tudo com seu cavalo para impedi-la.

  Olga Espanhola se apavora. Tenta fazer seu burro correr, mas é inútil. Alfredo 

de Portugal a alcança.

  - O que tu queres? Deixe-me em paz! Gritou Olga Espanhola apavorada.

   - Tu não podes atravessar este riacho! Respondeu Alfredo de Portugal.

  De repente, Olga Espanhola pega um martelo de sua bolsa e de imediato, lança 

em direção a Alfredo de Portugal que é acertado em cheio bem no meio da testa, 

caindo sentado no chão.

  Olga Espanhola vendo que os outros cavaleiros vinham em sua direção corre e 

pula em cima do cavalo de Alfredo de Portugal e cavalga em direção à floresta 

gritando enquanto sumia entre as árvores.

  - Nunca me pegarão seus malvados!

  Lentamente, bem devagar, Carlos o Acusador montado em seu cavalo, se 

aproxima de Alfredo de Portugal e diz. 

  - Então papai, que vergonha! Estás ridículo ai embaixo! É isso que tua visão te 

mostrou? É lamentável! 

  - Ela atravessou o riacho? Perguntou Alfredo de Portugal com um sorriso 

enorme no rosto. 

  - Nãaaaaaaaaaoooooo! Respondeu Carlos o Acusador enquanto descia do 

cavalo. 

  - Amigos estão vendo aquele homem do outro lado do riacho montado num 

cavalo? Perguntou Alfredo de Portugal aos seus cavaleiros. 

  - É Pedro Alvarez Cabral. Completou. 

  - É daí? Não vai me dizer que ele é seu filho e que Olga Espanhola não é boa o 

suficiente para ele? Ironizou Marco coração de Leão. 

  - Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se 

depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral 

resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua 

amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se 

chamar Brasil. À voz que ouvi depois, disse 

  - Então papai, que vergonha! Estás ridículo ai embaixo! É isso que tua visão te 

mostrou? É lamentável!

  - Ela atravessou o riacho? Perguntou Alfredo de Portugal com um sorriso 

enorme no rosto.

  - Nãaaaaaaaaaoooooo! Respondeu Carlos o Acusador enquanto descia do 

cavalo.

  - Amigos estão vendo aquele homem do outro lado do riacho montado num 

cavalo? Perguntou Alfredo de Portugal aos seus cavaleiros.

  - É Pedro Alvarez Cabral. Completou.

  - É daí? Não vai me dizer que ele é seu filho e que Olga Espanhola não é boa o 

suficiente para ele? Ironizou Marco coração de Leão. 

  - Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se 

depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral 

resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua 

amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se 

chamar Brasil. À voz que ouvi depois, disse 

  - Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se 

depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral 

resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua 

amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se 

chamar Brasil. À voz que ouvi depois, disse 

  - Então papai, que vergonha! Estás ridículo ai embaixo! É isso que tua visão te 

mostrou? É lamentável!

  - Ela atravessou o riacho? Perguntou Alfredo de Portugal com um sorriso 

enorme no rosto.

  - Nãaaaaaaaaaoooooo! Respondeu Carlos o Acusador enquanto descia do 

cavalo.

  - Amigos estão vendo aquele homem do outro lado do riacho montado num 

cavalo? Perguntou Alfredo de Portugal aos seus cavaleiros.

  - É Pedro Alvarez Cabral. Completou.

  - É daí? Não vai me dizer que ele é seu filho e que Olga Espanhola não é boa o 

suficiente para ele? Ironizou Marco coração de Leão. 

  - Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se 

depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral 

resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua 

amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se 

chamar Brasil. À voz que ouvi depois, disse 

  - Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se 

depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral 

resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua 

amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se 

chamar Brasil. À voz que ouvi depois, disse 

  - Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se 

depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral 

resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua 

amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se 

chamar Brasil. À voz que ouvi depois, disse 

 para eu impedi-la de atravessar o riacho. Assim eles não se conheceriam e Pedro Alvarez Cabral seguiria seu destino que é ser fazendeiro criador de porcos.

  - E em sua visão mostra quem vai descobrir o Brasil? Perguntou Jefferson Paai.

  - Os holandeses! Afirmou Alfredo de Portugal com um sorriso enorme no rosto.

  - Tenho mais uma coisa a dizer. Avisou Alfredo de Portugal todo animado.

  - Iiiiih! Lá vem história! Ironizou Gérson do Egito.

  - Eu não sou Alfredo de Portugal. Eu sou holandês!

  - Eu me chamo Alfredo holandês! Gritou Alfredo com todo orgulho!

- Tu não ta bem! Foi pra isso que nos fez vir aqui? Reclamou Carlos o Acusador.

- Estou chocado! Como pode nos enganar todos esses anos? Somos seus 

companheiros! Lamentou Jefferson Paai.

- É uma boa causa! Imaginem o Brasil sendo colônia da Holanda! Delirou 

Alfredo holandês.

- Vou embora! Afirmou Carlos o Acusador.

- Esperem! Somos cavaleiros templários! Temos que cumprir as ordens do 

Senhor! Advertiu Alfredo holandês.

- Não vou seguir ordens de um surtado! Respondeu Carlos o Acusador enquanto se distanciava.

 

  Alfredo holandês então avisa:

- Em outro sonho, a voz me disse para ir à Itália, pois lá se encontra no poder, um 

homem muito cruel! Ele se chama Julius Embusteiro. Ele tem o poder de iludir 

as pessoas. Termos que impedir o embusteiro e seus lacaios. É uma missão 

humanitária! Apelou Alfredo holandês enquanto levantava sua espada em 

direção ao céu.

   Carlos o Acusador ao ouvir o apelo, volta, desce do cavalo, empunha sua 

espada com a mão direita, com a esquerda aponta a marreta em direção a Alfredo 

holandês e diz: - Nisso eu acredito e vou contigo até o fim!

  Nesse instante os outros cavaleiros templários apontam suas espadas ao céu e 

em uma só voz pronunciam: 

- Nós cavaleiros templários juramos defender a humanidade, a liberdade e a 

justiça para todo sempre!

Fim?

Em tempo: - Eu te perdoo papai!

 

História foi publicada em outubro de 2017.

 

 

2


Alfredo Holandês

 

  Os acontecimentos a seguir, se passam logo após os eventos de Alfredo de Portugal.

 

  Um ano e meio depois de terem impedido Pedro Alvarez Cabral de seguir sua vida de navegador, os cinco cavaleiros templários Alfredo holandês, Carlos o Acusador, Gerson do Egito, Marco coração de leão e Jefferson Paai, finalmente chegam à Itália governada com mão de ferro por Julius Embusteiro. 

 

  Os cinco cavaleiros templários tentaram tirar o tirano do poder.

  Porém, Julius Embusteiro tinha um forte aliado. Rogérius Dragon.

  Um dragão enorme que surgiu de surpresa na batalha, fazendo com que os cavaleiros templários se dispersassem.

  Alfredo holandês foi capturado e levado para a masmorra.

  Jefferson Paai e Marco coração de leão voltaram para seus reinos a fim de arrumar reforços.

  Gerson do Egito e Carlos o Acusador fizeram o mesmo.

   Enquanto os cavaleiros templários tentavam se reorganizar, Julius Embusteiro comemorava sua vitória com seus aliados.

- Vocês viram? Correram como um bando de ratos! Gritou bem alto enquanto levantava sua taça de vinho para brindar com seu filho Marcélius Embusteiro e seu ministro da guerra Rodinélius Temeroso.

- Rogérius Dragon, volte para o castelo e continue a proteger minhas filhas. Ordenou Julius Embusteiro.

- Ta, ta, táaaaaaa! Tomara que tenha uma profunda diarreia seu balofo! Respondeu Rogérius Dragon enquanto levantava voo.

- Eu ouvi isso! Respondeu Julius Embusteiro dando uma grande gargalhada ao mesmo tempo em que vê um vulto branco passar.

- Kelly Ninja onde você estava? Precisei de você na batalha! Perguntou.

- Não precisou! Respondeu a ninja com frieza.

  Julius Embusteiro fica sério. Marcélius Embusteiro percebe que o clima fica tenso e diz:

- Vamos visitar nosso convidado. Ele nos espera na masmorra.

- É, vamos todos! Respondeu Julius Embusteiro.

 

  Chegando lá, Julius Embusteiro dá uma grande gargalhada e pergunta.

- Então cavaleiro templário, como se sente amarrado pelos membros?

- O que faremos com ele mestre? Perguntou Rodinélius Temeroso.

  Julius Embusteiro leva a mão ao queixo.

- Tu invade meus domínios e tenta me derrubar. O que devo fazer? Devo amarrar-te num cavalo e deixá-lo arrastar pela estrada ou torturá-lo tirando-lhe a pele? Perguntou Julius Embusteiro com voz delicada.

- Vou me livrar deste cárcere e destruir você! Delirou Alfredo holandês. Todos começaram a rir.

- Já sei! Kelly Ninja vai rasgar sua pele e aí, te deixarei na arena com cem gatinhos famintos. Afirmou Julius Embusteiro.

- Não vou! Afirmou Kelly Ninja olhando de lado para Julius Embusteiro.

 - Deixe ele acorrentado. Vamos ver quanto tempo ele resiste. Sugeriu Marcélius Embusteiro.

   Julius Embusteiro olha sério para Kelly Ninja e sai da masmorra indo em direção à cozinha.

  Julius Embusteiro entra na cozinha, vê Suely Lili limpando vagem e grita:

- Estou com fome! O que tem para comer?

  Suely Lili joga toda a vagem para o alto com o susto.

- Afinal, tem comida ou não? Insiste o tirano irritado.

  Suely Lili apavorada não consegue falar.

  Nesse instante, entra Neide chefia.

- O que está havendo? Pergunta Neide chefia já com o rolo na mão apontando na direção de Julius Embusteiro.

- Já falei para não entrar aqui gritando. Apavora minhas meninas e o lanche atrasa. Completou Neide chefia.

- Só quero comer algo. Falou baixinho Julius Embusteiro.

- Vá para seu trono e espere. Ordenou Neide chefia.

  Momentos depois, Neide chefia pede para Suely Lili levar ali o javali.

  Julius Embusteiro se delicia com o javali e Neide chefia comenta:

- Um porco comendo outro! Isso é canibalismo? Perguntou olhando para Suely Lili que estava ali.

 

  Dois meses depois.

 

Egito

  Gerson do Egito está a cavalgar pelos arredores do mercado de peixes do Cairo quando vê Rosana Morgana. A guerreira mais poderosa do Egito.

- Preciso de tua ajuda! A viagem é longa, mas é por uma grande causa! Implorou Gerson do Egito enquanto se ajoelhava.

- Não precisa se ajoelhar. Respondeu ela olhando para o lado com desprezo.

- Me ajoelhei para pegar meu cantil de água. Não se sinta tão importante assim! Respondeu Gerson do Egito com firmeza.

 - Tudo bem! Seja lá onde for, eu vou. Qualquer lugar deve ser melhor que essa cidade cheia de areia!

  Escócia

- Sofia minha querida, preciso de tua ajuda! Desabafou Jefferson Paai abraçando sua filha a rainha Sofia.

- Não se preocupe papai. Disse a rainha Sofia retribuindo o abraço.

 

Inglaterra

  Marco coração de leão discursa para mais de dez mil homens que juram lealdade até o fim.

 

Fronteira da França com a Espanha

  Carlos o Acusador abre um compartimento secreto de onde sai uma luz verde brilhante muito forte.

  Dois dias depois, vestindo uma armadura verde brilhante que envolve todo seu corpo, Carlos o Acusador encontra Olga espanhola que leva um tremendo susto.

- Quem és tu? Não me machuque. Implorou Olga espanhola.

- Sou eu, acalme-se! Respondeu Carlos o Acusador enquanto a mascara de sua armadura se retraia deixando seu rosto a mostra.

- Preciso que me ajude a salvar a vida de Alfredo holandês. Completou.

  Olga espanhola dá um sorriso sarcástico e diz:

- Sim, eu vou!

 

  Algum tempo depois, nos arredores de Roma, os cavaleiros templários se reencontram.

  Os primeiros a chegar são Carlos o Acusador e Olga espanhola.

  Logo em seguida, chega Marco coração de leão apenas com seu cavalo.

- Saudações companheiro! Por que vieste só? Perguntou Carlos o Acusador.

- Fui a minha terra e mais de dez mil homens me juraram fidelidade até o fim. No dia seguinte, acordei dentro de um barco com um barril de vinho já chegando à costa da França. Não consigo lembrar-me de mais nada! Respondeu Marco coração de leão.

  Carlos o Acusador leva a mão ao rosto como quem não acredita no que ouve.

 - Mais que armadura bonita! Onde a conseguiu? Perguntou Marco coração de leão.

Carlos o Acusador olha para ele, respira fundo e responde:

- Não é da sua conta!

- Olhe! Quem vem lá? Alertou Olga espanhola.

- É Jefferson Paai. E também vêm sozinho. Comentou Carlos o Acusador.

- Salve amigos! Que nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco! Saldou a todos Jefferson Paai.

 - Por que vieste só? Perguntou Carlos o Acusador.

- Não vim só. Trouxe estes barris com uísque escocês legítimo! Respondeu Jefferson Paai todo bobo.

  Carlos o Acusador leva a mão ao rosto outra vez e diz:

- Não é possível! Só falta agora o outro chegar aqui com camelos. 

  Olga espanhola dá uma gargalhada e diz:

- Estão todos ferrados!

- Olha quem vem lá! É Gerson do Egito. Alertou Jefferson Paai.

- Seja bem vindo! Vejo que trouxe sua mãe. Cumprimentou Carlos o Acusador.

- Não sou mãe dele, seu palhaço! Respondeu Rosana Morgana, já empunhando a espada e visivelmente nervosa.

- Guarde sua espada! A batalha não é aqui. Ordenou Gerson do Egito, concluindo em seguida.

 - Essa é Rosana Morgana, a maior guerreira do Egito e com certeza do mundo conhecido.

- Peço desculpas grande guerreira! Não foi minha intenção ofende-la! Redimiu-se Carlos o Acusador.

 - Já que todos estão de bem, conte para nós jovem cavaleiro. Onde conseguiu tal armadura tão bonita e misteriosa? Perguntou Gerson do Egito.

- Eu ia fazer a mesma pergunta. Falou Jefferson paai.

- Não é da conta de vocês! Respondeu Carlos o Acusador calmamente.

 

  Finda as hostilidades, todos se abraçaram.

- Amigos e amigas, devemos traçar um plano de resgate de nosso amigo Alfredo 

holandês que se encontra na masmorra do castelo de Julius Embusteiro. Ainda 

deve ter algo dele para resgatar.

  Discursou Carlos o Acusador.

- O que tens em mente? Perguntou Marco coração de leão.

- Sabemos que Julius Embusteiro mantém suas duas filhas no castelo azul sob a guarda de Rogérius Dragon.

- Sugiro que Marco coração de leão e Jefferson paai tentem capturar as duas princesas. Isso manterá Rogérius Dragon ocupado e chamará a atenção de Julius Embusteiro e seus Lacaios, dando tempo para que eu e Olga espanhola entremos no castelo branco para resgatar nosso companheiro. Concluiu Carlos o Acusador.

- Eu e Rosana Morgana faremos o que? Perguntou Gerson do Egito.

- Vocês dois ficaram na retaguarda para nos dar cobertura na hora da fuga. Respondeu Carlos o Acusador.

- Perfeito! Vou resgatar as princesas e me casarei com a mais bonita. Delirou Marco coração de leão.

Carlos o Acusador olhou firme para Marco coração de leão e disse:

- Não estrague tudo!

  Rosana Morgana não se conteve. Empunhou a espada e disse:

- Não vim de tão longe para ficar contando pombos. Quero usar minha espada! 

- Acalme-se jovem guerreira, viemos aqui para resgatar um amigo. Sua sede de sangue será saciada depois com uma boa taça de vinho para comemorarmos a vitória do bem e da justiça! Discursou Carlos o Acusador com olhar sereno.

- Que assim seja! Respondeu Rosana Morgana enquanto guardava sua espada.

- Nossaaaaaaa! Ela é mui calma! Comentou Olga espanhola.

 

  Pela manhã, todos começam sua jornada.

  Marco coração de leão e Jefferson paai chegam aos arredores do castelo azul guardado por Rogérius Dragon.

  A essa distância, já se pode ver as torres onde estão as princesas Alessandra Embusteiro e Carla Embusteiro.

- Estou escutando vozes! Comentou Marco coração de leão.

- Está vindo do castelo. Parece ser uma briga. Respondeu Jefferson paai.

- Espero que o dragão não apareça! Falou Marco coração de leão.

- Claro que não vai aparecer. Você é muito poderoso! Com certeza ele sentiu sua presença e fugiu de medo! Ironizou Jefferson paai.

- É! Você está certo! Eu o deixei apavorado só em saber o meu nome. Delirou Marco coração de leão.

  Jefferson paai ficou olhando para ele.

  Momentos depois, os dois cavaleiros templários já haviam penetrado no castelo e continuaram a ouvir gritos.

- Parece que as princesas estão brigando. Comentou Marco coração de leão.

- Vamos ouvir. Disse Jefferson paai.

- Você nunca será a preferida de papai. Tu será sempre a segunda! Gritou Alessandra Embusteiro apontando o dedo para a irmã Carla Embusteiro.

- Você tem raiva de mim porque sou a mais velha e mais inteligente! Sua pirralha! Devolveu Carla Embusteiro.

  Jefferson paai e Marco coração de leão se entre olham.

- Ta quente aqui! Comentou Jefferson paai.

Os dois então olham para trás e veem o focinho de Rogérius Dragon em suas costas.

- Agora vocês sabem porque Julius Embusteiro as mantém presas. Comentou Rogérius Dragon dando baforadas encima dos cavaleiros templários que mais pareciam dois frangos.

- Por favor, grande dragão, não nos devore. Implorou Marco coração de leão.

  Encurralados os dois cavaleiros templários viram suas vidas passarem em suas mentes, pois sabiam que não passariam daquele momento.

  Rogérius Dragon os observa.

- Vou fazer o seguinte. Apesar de estar com uma tremenda fome, não comerei vocês. Tenho medo de ter uma dor de barriga por conta dessa cara feia que vocês tem. Também não os matarei. Vou torrar os dois e depois, poderão ir embora.

  Nesse instante, Rogérius Dragon lança uma labareda de fogo que pega os dois em cheio.

   Marco coração de leão e Jefferson paai saem correndo tostados.

   Enquanto isso no castelo branco, Carlos o Acusador e Olga espanhola chegam à masmorra onde Alfredo holandês está prisioneiro.

  A cena é assustadora.

- Meu filho, viestes me salvar? Perguntou Alfredo holandês com voz chorosa.

- Então papai, que cena patética! Tu ta horrível! Pelado e sujo! Reclamou Carlos o Acusador enquanto soltava-o.

- Graças a Deus por ter vindo me resgatar! 

- Mas que armadura verde brilhante e estranha é essa que estás a usar? Onde a conseguiu? Perguntou Alfredo o curioso.

  Carlos o Acusador não perdeu tempo e respondeu.

- Não é da sua conta!

- No entanto, tem alguém que veio comigo me ajudar a resgatá-lo.

  Nesse instante, Alfredo holandês olha para o lado e vê Olga espanhola encostada na porta com a espada em punho.

- Tu aqui? Por quê? 

- Sim! Vim só para te fazer saber que teu plano não se concretizou. Respondeu Olga espanhola com um sorriso sarcástico.

- Como assim? Perguntou Alfredo holandês.

  Olga espanhola guarda sua espada e vai em direção a ele.

- Quando fugi de vocês em direção à floresta, fiquei escondida ouvindo tudo que disseste. Então esperei vocês irem embora. Cavalguei até o riacho, atravessei e chamei meu amado.

  Seu plano de impedir Pedro Alvarez Cabral de viajar para as índias, fracassou! Ele vai voltar com muito ouro para mim!

Olga espanhola dá uma gargalhada.

Alfredo holandês leva as mãos à cabeça e grita.

- Nãaaaaaaaaaaaaooooo!!!!!!!

- coloque suas roupas, pois seu grito com certeza vai atrair os soldados. Alertou Carlos o Acusador.

  Momentos depois quando já estavam no enorme jardim do castelo branco quase saindo, Julius Embusteiro dá um grito.

- Então é assim? Comem, bebem do melhor e depois fogem como ratos?

  Estou muito chateado! Tão chateado que vou mandar minha guerreira ninja dar uma lição de bons modos em vocês!

 - Não vou! Afirmou Kelly Ninja de braços cruzados e olhar firme e frio em direção a Julius Embusteiro.

- Tu tens certeza de que ela está do nosso lado? Perguntou baixinho Julius Embusteiro ao ministro da guerra Rodinélius Temeroso que deu de ombros.

  Carlos o Acusador não demora a responder.

- Você é um ridículo! Só vim resgatar Alfredo holandês. Não me impeça de ir embora. 

  Nesse momento, Carlos o Acusador solta Alfredo holandês que cai no chão como um saco de batatas.

- Olga espanhola, leve ele daqui. Ordenou Carlos o Acusador.

  Olga espanhola não perde tempo. Pega Alfredo holandês pelos cabelos e corre arrastando-o pelo caminho.

- Ouça bem! Advertiu Carlos o Acusador.

- Seus dias de maldades estão no fim! Não descansarei até que a liberdade e a justiça sejam restauradas! Concluiu Carlos o Acusador levantando os punhos em direção a Julius Embusteiro.

  De repente de trás de Julius Embusteiro, surge Marcélius Embusteiro com vários arqueiros e começam a atirar flechas em direção a Carlos o Acusador.

  Todas as flechas que acertam o cavaleiro templário caem ao chão.

  Julius Embusteiro fica fascinado.

- Quero essa armadura! Vá lá agora e volte aqui com ela. Ordenou Julius Embusteiro ao ministro da guerra Rodinélius Temeroso ao mesmo tempo em que dava-lhe um empurrão.

  Rodinelius Temeroso corre com a espada em punho na direção de Carlos o Acusador e quando o cavaleiro templário se prepara para a luta, Rodinélius Temeroso faz uma curva a esquerda e some no horizonte.

  Julius Embusteiro leva a mão ao rosto num gesto de decepção. Olha para Kelly Ninja e diz para seu filho Marcélius Embusteiro.

- Meu filho, vá e traga-me aquela armadura. 

- Pelo meu pai e pela ordem dos Embusteiros! Gritou Marcélius Embusteiro enquanto corria com duas espadas na mão em direção a Carlos o Acusador.

  Kelly Ninja comia kibes e observava.

   Quando Marcelius Embusteiro está quase perto, surge do alto Rosana Morgana que fica entre os dois.

- Você vai lutar comigo! Eu sou uma guerreira! Gritou ela já lutando com ele.

Marcélius Embusteiro não resiste e cai.

  Rosana Morgana se prepara para dar o golpe final quando surge de repente Kelly Ninja com sua espada impedindo o golpe fatal.

- Vás lutar comigo para defender a dignidade deste vassalo? Perguntou Rosana Morgana apontando a espada.

- Vou! Respondeu Kelly Ninja depois de comer seu último kibe.

  Marcélius Embusteiro recolhe sua espada, cruza os braços e diz.

 - Lutem por mim!

  Enquanto as duas lutam, Julius Embusteiro dá um grito.

- Marcélius o que está esperando? Vá pegar a armadura!

  Marcélius Embusteiro vai na direção de Carlos o Acusador que não perde tempo. Dá-lhe um direto no rosto que o faz cair desacordado.

  Carlos o Acusador pega a espada de Marcelius Embusteiro e a lança na direção de Julius Embusteiro que a segura com as duas mãos e ordena.

- Soldados, peguem todos!

  Carlos o Acusador imediatamente dá um murro no chão produzindo um tremor forte o suficiente para apavorar os soldados e interromper a luta de Kelly Ninja e Rosana Morgana.

- Deixe sua covardia de lado e venha você mesmo. Desafiou Carlos o Acusador.

  Julius Embusteiro não perde tempo e corre na direção de Carlos o Acusador.

  Alfredo holandês, Gerson do Egito e os dois cavaleiros tostados, Marco coração de leão e Jefferson paai aparecem na frente dele.

- Lutaremos agora! Afirmou Alfredo holandês enquanto empunhava sua espada.

  Julius Embusteiro não perde tempo. Dá um murro em Alfredo holandês que cai de lado.

Pega Gerson do Egito e joga-o encima de Rosana Morgana. Olha para Marco coração de leão e Jefferson paai que ficam com medo e saem correndo.

 - Kelly Ninja, vá atrás deles. Ordenou Julius Embusteiro.

- Não vou! Respondeu Kelly Ninja voltando para o castelo branco.

  Julius Embusteiro fica enfurecido.

  Nesse instante, Rogérius Dragon aparece dando um rasante. Pega Carlos o Acusador e joga-o longe.

- Rogérius Dragon, traga-me aquela armadura verde brilhante. Ordenou Julius Embusteiro.

- Ta, ta, táaaaaaa! Seu balofo! Resmungou Rogérius Dragon.

  Julius Embusteiro volta para o castelo e ainda no jardim, grita para o Lacaio.

- Lacaio, traga-me um javali assado.

Lacaio então ordena:

- Suely Lili traga um javali!

Suely Lili corre como nunca correra antes. Tropeça numa pedra. O javali cai rolando.

Julius Embusteiro corre para pegar o javali.  Rogérius Dragon também vêm o javali e voa em sua direção já abrindo o bocão.

  Julius Embusteiro pega o javali. Rogérius Dragon chega e abocanha os dois. Joga-os para cima e engole os dois.

  Imediatamente, Rogérius Dragon engasga. Voa descontrolado em direção a um grande lago congelado e quando consegue cuspir os dois no lago, não consegue força para subir e cai no lago, afundando rapidamente.

  Quando todos corriam para o lago, Kelly Ninja aparece na varanda do castelo e chama a atenção de todos.

- Povo da Itália, Julius Embusteiro e seus Lacaios não serão mais um tormento em nossas vidas. De agora em diante, seremos governados por nossa rainha que estava exilada na Suíça.

- Aqui está ela! Concluiu Kelly Ninja com emoção.

 

  Nesse instante, aparece na varanda a rainha Gisele de Sá.

  Todos aplaudem e saúdam o retorno da rainha.

  Alfredo holandês começa a chorar.

- Mas que fazes? Não te envergonhas? Perguntou Carlos o Acusador.

- Conseguimos meu filho! Libertamos o povo da tirania e opressão!

 Respondeu Alfredo holandês todo emocionado.

 

  Mais tarde após os festejos, quando os cavaleiros templários se preparavam para partir, a rainha Gisele de Sá aparece para se despedir.

- Cavaleiros e cavaleiras, agradeço pela ajuda! O povo da Itália lhes é grato!

  Alfredo holandês todo orgulhoso responde.

- Foi apenas nosso dever!

 

  Nesse instante, Alfredo holandês leva a espada ao alto.

  Carlos o Acusador, Marco coração de leão, Jefferson paai, Olga espanhola, Rosana Morgana e Gerson do Egito, fazem o mesmo e declaram com forte emoção.

- Nós cavaleiros e cavaleiras templários juramos defender a humanidade, a liberdade, a justiça e a igualdade em nome de Deus e nosso senhor Jesus Cristo!

- Cavaleiro, a rainha Gisele de Sá está curiosa a respeito de sua armadura. Onde a conseguiu? Pergunta Kelly Ninja.

  Carlos o Acusador dá um sorriso sarcástico e responde.

- Não é da sua conta!

Fim!

 

Quinhentos anos depois:

A repórter de um canal de TV anuncia:

- Moradores das margens do grande lago do Dragão, afirmam terem visto um grande dragão sair do lago.

Autoridades afirmam que os moradores estão inventando histórias pelo fato de o lago estar descongelando.

Isso, é uma outra história!

 

História publicada em janeiro de 2018.

 

 3


Marco Mosca

 

Marco mosca desiludido e chateado, resolveu mudar de vida.  Pegou sua mochila 

e foi andando até a Amazônia. 

 Chegando lá, subiu numa árvore e admirou a paisagem. 

- É isso! 

- Vou fazer minha história aqui! 

   Nesse momento, Marco Mosca coloca uma tanguinha cor de 

selva, agarra no cipó com as duas mãos e salta da árvore em direção a uma 

nova vida cheia de perigos e aventuras.

   Três anos depois, Marco Mosca já integrado ao novo lar, descansava agachado, 

segurando no cipó e comendo uma banana, quando avista no horizonte um avião 

caindo. 

 Imediatamente como que por instinto, agarra firme no cipó e pula de cipó em 

cipó em direção ao avião.


   Ao chegar lá, Marco Mosca se espanta com a cena. 

   O avião está em pedaços, mas todos milagrosamente sobreviveram.

   Já havia se passado dois dias da queda.  Todos estavam apavorados e cansados, 

pois lutavam com uma sucuri enorme que engolira um dos sobreviventes. 

   Marco Mosca se assusta. Os sobreviventes são seus antigos colegas de trabalho. 

   Então, num ato de heroísmo, Marco Mosca corre em direção a sucuri para 

tentar salvar o engolido quando de repente a sucuri começa a se debater. Ela fica 

verde e cospe o engolido. 

   A sucuri vai embora e os sobreviventes correm para ajudar o engolido. 

   Marco Mosca o reconhece. É Nilton Hot Dog. 

 - Você ser azedo!  Por isso sucuri cuspir você!  Afirmou nosso herói.

- Azedo uma ova!  Ela me cuspiu por causa desse cheiro horrível. Eu senti lá 

dentro.  Tá vindo dessa névoa verde que está ao seu redor. Afirmou Nilton hot 

dog, visivelmente abalado.

   Todos levam um tremendo susto.

- Vejam! Um nativo. 

   Ninguém o reconhece todo sujo, barbudo e com uma estranha névoa verde que 

ia para onde quer que ele fosse. 

- Será que ele nos entende?  Ele deve ser de alguma tribo misteriosa. 

- anoitecer logo, eu levar vocês pela manhã à civilização.  Respondeu Marco Mosca. 

- Olha só, ele fala nossa língua!  Comentou a surpresa Jane Cleide.

   Ao amanhecer,  todos se reuniram para decidir o que fazer. 

- Precisamos nos alimentar antes, pois a viagem será muito puxada.  Afirmou 

Rosana Morgana enquanto descascava uma cana. 

- Quem ser o líder? Perguntou Marco Mosca. 

- Eu!  Afirmou Sebastião Folgado batendo a mão no peito e segurando uma lança 

que fizera durante a noite.

- O que você decidir, grande líder dilatado? Perguntou Marco Mosca. 

- Vamos formar três equipes para arrumar alimentos. Ordenou Sebastião folgado. 

- Marcelo musculoso e Nilton Hot Dog serão a equipe dois.

- Derivado e Alfredo Meia Entrada serão a equipe três.

- Eu e Cícero seremos a equipe um. Explicou Sebastião folgado. 

 - Marcelo Bossa nova, pega o violão e canta uma canção. 

- Sandra simplesmente o acompanha. 

- Jane Cleide,  prepara as panelas e acende o fogo que não demoraremos. 

Ordenou Sebastião folgado. 

- Eu ir com vocês!  Afirmou Marco Mosca. 

- Não! Você fica e cuida do acampamento. A selva é muito perigosa e você 

ficando aqui, ajuda a espantar os insetos com essa névoa verde fedorenta. 

Explicou Sebastião folgado. 

   Marco Mosca disse tudo bem e boa sorte para as equipes. Sentou-se, botou as 

mãos na cabeça e foi dormir.  

- Vou tocar um bolero pra vocês meninas. Disse Marcelo Bossa nova enquanto 

pegava um violão feito de bambu com cordas de cipó. As meninas se entre 

olham 

e uma delas diz: - fazer o que?  É o que temos!

- Vou tocar um bolero pra vocês meninas. Disse Marcelo Bossa nova enquanto 

pegava um violão feito de bambu com cordas de cipó. As meninas se entre olham 

e uma delas diz: - fazer o que?  É o que temos!

- Vou tocar um bolero pra vocês meninas. Disse Marcelo Bossa nova enquanto 

pegava um violão feito de bambu com cordas de cipó. As meninas se entre 

olham e uma delas diz: - fazer o que?  É o que temos!

   Passaram-se cinco horas e as equipes não haviam voltado. 

   De repente, todos começam a ouvir barulho na mata. 

- As equipes dois e três chegaram!  Comemoraram os sobreviventes. 

- Vejam, trouxeram comida! Comentou a eufórica Jane Cleide. 

- Conseguimos pegar um javali! Comemorou Marcelo musculoso todo bobo 

empunhando um pedaço de galho com o animal amarrado pelas patas e Nilton 

Hot Dog segurando na outra ponta. 

- Esse é dos grandes. Trouxemo-lo vivo para assar. Assim, a carne fica macia. 

Comemorou Nilton Hot Dog. 

- Nós também pegamos um javali. E dos bravos. Afirmou Derivado totalmente 

desorientado.  

- Alfredo Meia Entrada foi valente! Pulou nas costas do javali e deu-lê uma 

paulada na cabeça. Amarramos a caça neste pedaço de pau e dei-lê outra paulada 

pra ter certeza de não nos morder. Concluiu Derivado desorientado. 

- Alfredo Meia Entrada foi valente! Pulou nas costas do javali e deu-lê uma 

paulada na cabeça. Amarramos a caça neste pedaço de pau e dei-lê outra paulada 

pra ter certeza de não nos morder. Concluiu Derivado desorientado. 

- Alfredo Meia Entrada foi valente! Pulou nas costas do javali e deu-lê uma 

paulada na cabeça. Amarramos a caça neste pedaço de pau e dei-lê outra paulada 

pra ter certeza de não nos morder. Concluiu Derivado desorientado. 

- E a equipe um? Onde estão? Perguntou um dos sobreviventes. 

- Não sabemos. Cada um foi para um lado. Afirmou Alfredo Meia Entrada. 

- Espera aí. Por que sua caça ta resmungando?  Perguntou Alessandra mengão 

visivelmente apavorada.  

- Javali não resmunga.  Confirmou Heloisa Melodia olhando firme para Marcelo 

musculoso e Nilton Hot Dog. 

- Caramba!  Não é javali. É o Sebastião folgado que ta ali amarrado. Gritou a 

apavorada Lu Mostarda desmaiando em seguida.  

- Minha nossa Alfredo, isso aí não é um javali.  É o Cícero. Gritou a apavorada 

Tici Catchup também desmaiando em seguida. 

- Minha nossa Alfredo, isso aí não é um javali.  É o Cícero. Gritou a apavorada 

Tici Catchup também desmaiando em seguida. 

- Minha nossa Alfredo, isso aí não é um javali.  É o Cícero. Gritou a apavorada 

Tici Catchup também desmaiando em seguida. 

- O que fizeram? Vocês são loucos? Perguntou Jane Cleide enquanto pegava seu 

arco e as flechas indo em direção à mata.

- Aonde você vai? Perguntou Alessandra mengão. 

- Esses homens não são de nada! Vou eu mesma arrumar comida. 

- Vou com você amiga!  Confirmou Alessandra mengão. 

- Mim também ir!  Vou pelas árvores pulando de cipó em cipó para protegê-las.

- Isso aí selvagem!  Você poderá atordoar a caça com sua névoa verde fedorenta. 

Afirmou Alessandra mengão.

- Aí pessoal, solta os javalis.  Quero dizer,  nossos rapazes. Ordenou Marcelo 

Bossa nova.

   Então, enquanto todos ficavam sentados em volta da fogueira como um bando 

de desocupados, Jane Cleide e sua amiga Alessandra mengão, desbravavam a 

mata atrás de comida. 

   Marco Mosca parou pra tirar pulgas e falar com macacos.

- Aí Nilton Hot Dog. Se eu fosse você, não dormiria hoje. Avisou Sebastião 

folgado e chateado. Nilton Hot Dog ficou preocupado. 

- Derivado desorientado, não pego mais carona com você. Afirmou Cícero cheio 

de hematomas pelo corpo. 

- É! Não vou dormir hoje. Comentou Derivado desorientado e preocupado.

   Horas depois, Jane Cleide e Alessandra mengão retornam com comida.

- Meninas, como conseguiram tanta comida? Perguntou Cícero enquanto ajudava 

a pegar os mantimentos. 

- Não foi difícil! Comentou Alessandra mengão. 

- Estávamos desbravando a mata quando encontramos a parte traseira do avião. 

Lá encontramos Cláudia Modaliza dormindo encima dos mantimentos. 

Concluiu. 

- Por que ela não veio com vocês? Perguntou Marcelo Bossa nova enquanto 

coçava as costas com um pedaço de pau Brasil. 

- Ela está com medo, traumatizada.  Ela viu tudo o que aconteceu. Respondeu 

Jane Cleide. 

- Então conte. Pediu Cícero enquanto colocava a carne para assar. 

- Primeiro vamos nos alimentar. Avisou Rosana Morgana que preparava algumas 

folhas de árvores para fazer uma salada.

   Momentos depois, enquanto todos se alimentavam ao redor da fogueira, Jane 

Cleide resolve relatar o que Cláudia Modaliza disse a ela. 

 - Cláudia Modaliza estava sentada ao lado de Sebastião folgado que não se sentia bem, segundo ele, por ter comido uma coxinha de galinha antes de embarcar no avião. Segundo ela, enquanto Rosana Morgana passeava pelo corredor do avião distribuindo simpatia e flores para todos, Sebastião se levantará correndo e ido direto para o banheiro.

   Foi quando de repente, houve uma forte explosão justamente no banheiro. 

Tudo ficou escuro e depois, o avião começou a se despedaçar.  Viu também 

quando os pilotos acionaram os seus para - quedas. 

  Quando acordou, já estava no chão junto com o compartimento de carga.

  Foi isso o que ela me relatou. Concluiu Jane Cleide.

  Todos ficaram em silêncio e olhando para Sebastião folgado. 

- Então Sebastião?  Não tem nada a nos dizer? Perguntou Derivado desorientado 

e indignado. 

 Sebastião que tinha um bom pedaço de carne na boca, parou de comer, olhou 

para Derivado e disse:

- Derivado meu amigo, esse pedaço de carne está uma delícia! 

- Ta mesmo! Confessou Cícero dando uma boa mordida. 

  Todos elogiaram o alimento. 

- É carne de cavalo. Disse Alessandra mengão com certo sarcasmo. 

- Tava junto da carga. E estava vivo antes da queda. Completou.

- Rapaz, esse cavalo é uma delícia! Elogiou Nilton Hot Dog. 

- Derrete na boca. Delirou Derivado.

- Que cavalo suculento! Atestou Cícero. 

- Não consigo parar de comer esse cavalo! Afirmou Alfredo Meia Entrada. 

- Pra um cavalo, até que é uma carne bem saborosa! Comentou Rosana 

Morgana.  

- Vou compor uma canção em homenagem a esse cavalo. Declarou Marcelo 

Bossa nova, visivelmente emocionado. 

- Não me interessa que carne seja. Eu chupo até os ossos. Gritou Marcelo 

musculoso.

- Tudo bem pessoal! A carne estava em um freezer embalada a vácuo para 

exportação. Não tem perigo! Tranquilizou a todos, Alessandra mengão enquanto 

rodopiava com o celular na mão tentando obter sinal para usar a rede social.

  Pouco tempo depois, Marco Mosca chega e encontra seus amigos dormindo 

depois de uma bela refeição.

   Ao amanhecer, Marco Mosca acorda com os gritos de Sebastião folgado 

pedindo socorro.

- Socorro! Socorro! Socooooooorro! 

   As mulheres queriam dar de pau nele acusando-o de ter derrubado o avião. 

   Os homens, não faziam nada para ajudá-lo. 

   Marco Mosca deu um salto e entrou na frente delas. 

- Não podem fazer isso! Ele ser um homem bom!  Implorou o nobre selvagem 

exalando aquele odor horrível vindo da névoa verde ao seu redor. 

- Então, vamos dar de pau nesse selvagem!  Gritou Rosana Morgana visivelmente

transtornada. 

   Marco Mosca via sua vida passar na sua frente como um slide, quando todos 

ouvem um barulho no céu. 

- São os helicópteros de resgate! Gritou a eufórica Heloisa Melodia.  

 Todos comemoram. 

   Os helicópteros pousam e todos correm para recebê-los.

- São os helicópteros de resgate! Gritou a eufórica Heloisa Melodia. 

 Todos comemoram.

   Os helicópteros pousam e todos correm para recebê-los.

- São os helicópteros de resgate! Gritou a eufórica Heloisa Melodia. 

 Todos comemoram.

   Os helicópteros pousam e todos correm para recebê-los.

    Entre os militares que descem dos helicópteros, também estão os pilotos do avião. Jefferson paaaai e Major Nelson. 

- Vocês conseguiram! Que legal! Comemorou Rogério Nem. 

   Todos se abraçaram e comemoraram. 

- Cláudia Modaliza nos contou que quando o avião se partiu, vocês tinham 

acionado os para - quedas. Vocês sabem o que houve? Perguntou Jane Cleide. 

- Estávamos voando bem até que os aparelhos começaram a falhar assim que 

penetramos em um nevoeiro estranho de cor verde. Relatou o Major Nelson. 

- De repente, houve a exploração e o avião se partiu. Concluiu.  

 Jefferson paaaai continuou o relato.  

- Depois que o avião se partiu, nossos bancos se ejetaram e em seguida, os para - 

quedas se abriram. Vocês sobreviveram porque esse avião é de última geração.

 Jefferson paaaai continuou o relato. 

- Depois que o avião se partiu, nossos bancos se ejetaram e em seguida, os para - 

quedas se abriram. Vocês sobreviveram porque esse avião é de última geração.

 Jefferson paaaai continuou o relato. 

- Depois que o avião se partiu, nossos bancos se ejetaram e em seguida, os para - 

quedas se abriram. Vocês sobreviveram porque esse avião é de última geração.

  Ele se parte em várias partes e em seguida, grandes paraquedas se abrem. 

Concluiu Jefferson paaaai. 

- Antes do avião se partir, conseguimos verificar que o nevoeiro verde penetrou 

no compartimento de carga e entrou pela tubulação do banheiro e também na 

cabine de comando. 

   Era um fedor insuportável! Relatou o Major Nelson. 

- Estou sentindo esse cheiro! Alertou Jefferson paaaai. 

- Olha! O nevoeiro verde está envolta daquele sujeito! Concluiu Jefferson paaaai 

apontando para Marco Mosca. 

- Aí, viu? Eu disse que não era minha culpa!  Exclamou Sebastião folgado e 

aliviado. 

 Todos se voltaram para ele. 

 Marco Mosca sentiu uma atmosfera diferente. A névoa verde que o envolve, 

começa a escurecer. 
  Marco Mosca percebe que a névoa quer protege-lo. E sabendo que a névoa verde vai machucar seus amigos, Marco 
Mosca resolve ir embora. 

 Todos se voltaram para ele.

 Marco Mosca sentiu uma atmosfera diferente. A névoa verde que o envolve, começa a escurecer. 

  Marco Mosca percebe que a névoa quer protege-lo. E sabendo que a névoa 

verde vai machucar seus amigos, Marco Mosca resolve ir embora. 

 Todos se voltaram para ele.

 Marco Mosca sentiu uma atmosfera diferente. A névoa verde que o envolve, 

começa a escurecer. 

  Marco Mosca percebe que a névoa quer protege-lo. E sabendo que a névoa 

verde vai machucar seus amigos, Marco Mosca resolve ir embora. 

  Nesse instante, surge outro helicóptero.

   Após o pouso, três sujeitos desembarcam. 

 Um deles é grande, careca, legal e maneiro! 

  É Carlos o grande.

  Os outros dois são: Nilton X e Paulo Nex que se posicionam de braços 

cruzados ao lado de Carlos o grande. 

- Amigos, não façam nada que poção se arrepender depois. 

 Vocês não o reconhecem? É Marco nosso amigo. Declarou Carlos o grande com 

forte emoção.

- Caramba! Esse fedorento é o Marco? Que desaforado!  Comentou Alessandra 

mengão. 

 Todos ficaram parados e pensativos. 

- Vamos embarcar nos helicópteros. Ordenou Carlos o grande. 

  E enquanto os sobreviventes embarcavam, Marco Mosca corria para a mata e 

sumia na selva. 

  Horas depois, quando o último helicóptero já se preparava para partir, Marco 

Mosca ressurge da mata com Cláudia Modaliza desmaiada em seus braços. 

 
- Vejam, é Marco Mosca! Gritou Sebastião folgado e emocionado. 
 

- Marco Mosca deixe-a aí no chão e afaste-se. Ordenou Carlos o grande. 

 
- Alfredo Meia Entrada vá buscá-la e coloque está máscara para você não
 

desmaiar. Ordenou Carlos o grande e insensível.  

- Mais ele não vai conosco?  Como pode ser tão insensível! Desabafou Sebastião 

folgado e irritado.  

- Não temos tempo para isso! Se ele entrar no helicóptero com aquela névoa 

verde, ninguém aqui vai pra casa. Alertou Carlos o grande, visivelmente 

tranquilo. 

- Vejam, é Marco Mosca! Gritou Sebastião folgado e emocionado. 

- Marco Mosca deixe-a aí no chão e afaste-se. Ordenou Carlos o grande. 

- Alfredo Meia Entrada vá buscá-la e coloque está máscara para você não 

desmaiar. Ordenou Carlos o grande e insensível. 

- Mais ele não vai conosco?  Como pode ser tão insensível! Desabafou Sebastião 

folgado e irritado. 

- Não temos tempo para isso! Se ele entrar no helicóptero com aquela névoa 

verde, ninguém aqui vai pra casa. Alertou Carlos o grande, visivelmente 

tranquilo. 

- Vejam, é Marco Mosca! Gritou Sebastião folgado e emocionado. 

- Marco Mosca deixe-a aí no chão e afaste-se. Ordenou Carlos o grande. 

- Alfredo Meia Entrada vá buscá-la e coloque está máscara para você não 

desmaiar. Ordenou Carlos o grande e insensível. 

- Mais ele não vai conosco?  Como pode ser tão insensível! Desabafou Sebastião 

folgado e irritado. 

- Não temos tempo para isso! Se ele entrar no helicóptero com aquela névoa 

verde, ninguém aqui vai pra casa. Alertou Carlos o grande, visivelmente 

tranquilo. 

 - Se quiser descer e ficar com seu amigo, fique a vontade para ir com ele a pé. 

Concluiu Carlos o insensível. 

 Nesse momento, Alfredo Meia Entrada coloca Cláudia Modaliza no helicóptero 

e embarca.

  Sebastião folgado olha para Carlos o grande. Carlos o grande olha para 

Sebastião folgado. 

 Nilton X e Paulo Nex ambos de braços cruzados, também olham para Sebastião 

folgado. 

 Sebastião folgado então diz:

 - Vamos embora!

- Decorar! Ordenou Carlos o grande. 

  E enquanto o helicóptero começava a subir, Sebastião folgado olhava para 

Marco Mosca que também olhava para o helicóptero enquanto subia. 

- É isso aí pessoal!  Deixa o fedorento lá que ele já é da selva! Concluiu Carlos o 

grande. 

  Nesse instante, Sebastião folgado num impulso de consciência se levanta e pula 

do helicóptero  caindo em um barranco e rolando até seu amigo Marco Mosca. 

  Do helicóptero, todos olham para os dois.

  Marco Mosca abraça Sebastião folgado. E enquanto a névoa verde fedorenta 

envolve os dois, ele diz: - Estou feliz por você querer ficar comigo! 

- Eu  te conheço? Perguntou Sebastião folgado e irônico. 

  De repente Rogério Nem aparece, abraça os dois e pergunta. - O que temos 

para 

comer? 

Fim? 

História publicada em dezembro de 2016.


4


 Marco Mosca 2

 

  Os eventos a seguir, são a continuação dos eventos de Marco Mosca, onde 

depois de salvar todos os ocupantes de um avião, ficou para trás com dois 

amigos.

 

  Depois que Rogério Nem surge de repente e abraça Marco Mosca e Sebastião 

Folgado, em um gesto de carinho e amizade, Sebastião se assusta, corre em 

direção dos helicópteros de resgate, dá um salto espetacular e consegue embarcar,

indo embora.

  Marco Mosca e Rogério Nem voltaram para o acampamento e acenderam uma 

nova fogueira. E enquanto se alimentavam, Marco Mosca tomava uma decisão. - 

Vamos embora, pois aqui ser perigoso!

- Mas para onde vamos amigo? Perguntou Rogério Nem.

- Iremos para outro acampamento mais seguro. Confie em mim! Respondeu 

nosso herói.

  Mais tarde, depois de andarem várias horas, finalmente chegam a um 

acampamento.

- Esse acampamento é seu? Perguntou Rogério o curioso.

- É meu! Respondeu uma voz que veio de dentro das matas.

 Rogério Nem se vira assustado e visualiza um homem de média estatura, barba 

até a altura do peito, usando um jaleco branco, chinelos feitos de selva e com um 

arco e flecha daqueles modernos com mira telescópica nas costas.

  Ele para na frente de Rogério Nem e se apresenta.

- Sou Sir Willian Douglas, biólogo mundialmente conhecido na Amazônia. Estou 

aqui a dez longos anos e meu amigo Marco Mosca vem me visitar 

constantemente. 

- Que loucura meu! Suspirou Rogério Suspiro.

   Então, depois de se abraçarem, Sir Willian Douglas ordena.

- Vamos nos alimentar!

  Depois de terem enchido o bucho, os três foram descansar, pois pela manhã, 

resolveriam o que fazer de suas vidas. 

   Marco Mosca roncava feito um porco quando Rogério Nem acordou 

assustado.  

- Ouviram isso?  

- É o Marco roncando. Vá dormir. Respondeu Sir Willian Douglas.  

  Rogério Nem ficou bolado. Não conseguia dormir. Pegou sua lança e ficou 

observando.  

  Instantes depois, ele vê um pontinho branco no meio da escuridão. 

  De repente, mais um ponto branco aparece.  

  Rogério Nem começa a ficar gelado. Os dois pontinhos brancos começam a se 

mexer. 

  Rogério corre para chamar Sir Willian Douglas. 

- Cara, te, te, tem alguma coisa ali. 

  Sir Willian Douglas levanta e também vê.  

- Caramba, será que é uma onça?  

  De repente, começa a aparecer mais pontos brancos.  

- Marco acorda. Gritou Sir Willian Douglas apavorado. 

  Marco Mosca acorda. Rogério Nem corre e agarra Sir Willian Douglas. Os dois 

começam a gritar quando da mata surgem vários índios todos com lanças nas 

mãos. 

  Marco Mosca então grita:

- Ouviram isso? 

- É o Marco roncando. Vá dormir. Respondeu Sir Willian Douglas. 

  Rogério Nem ficou bolado. Não conseguia dormir. Pegou sua lança e ficou 

observando. 

  Instantes depois, ele vê um pontinho branco no meio da escuridão. 

  De repente, mais um ponto branco aparece. 

  Rogério Nem começa a ficar gelado. Os dois pontinhos brancos começam a se 

mexer.

  Rogério corre para chamar Sir Willian Douglas. 

- Cara, te, te, tem alguma coisa ali.

  Sir Willian Douglas levanta e também vê.  

- Caramba, será que é uma onça?  

  De repente, começa a aparecer mais pontos brancos.  

- Marco acorda. Gritou Sir Willian Douglas apavorado. 

  Marco Mosca acorda. Rogério Nem corre e agarra Sir Willian Douglas. Os dois 

começam a gritar quando da mata surgem vários índios todos com lanças nas 

mãos.  

  Marco Mosca então grita:

- Caramba, será que é uma onça? 

  De repente, começa a aparecer mais pontos brancos. 

- Marco acorda. Gritou Sir Willian Douglas apavorado.

  Marco Mosca acorda. Rogério Nem corre e agarra Sir Willian Douglas. Os dois começam a gritar quando da mata surgem vários índios todos com lanças nas mãos. 

  Marco Mosca então grita:

- Ouviram isso? 

- É o Marco roncando. Vá dormir. Respondeu Sir Willian Douglas. 

  Rogério Nem ficou bolado. Não conseguia dormir. Pegou sua lança e ficou 

observando. 

  Instantes depois, ele vê um pontinho branco no meio da escuridão. 

  De repente, mais um ponto branco aparece. 

  Rogério Nem começa a ficar gelado. Os dois pontinhos brancos começam a se 

mexer.

  Rogério corre para chamar Sir Willian Douglas. 

- Cara, te, te, tem alguma coisa ali.

  Sir Willian Douglas levanta e também vê. 

 
- Caramba, será que é uma onça? 
 

  De repente, começa a aparecer mais pontos brancos.  

- Marco acorda. Gritou Sir Willian Douglas apavorado. 

  Marco Mosca acorda. Rogério Nem corre e agarra Sir Willian Douglas. Os dois 

começam a gritar quando da mata surgem vários índios todos com lanças nas 

mãos.  

  Marco Mosca então grita:

- Caramba, será que é uma onça? 

  De repente, começa a aparecer mais pontos brancos. 

- Marco acorda. Gritou Sir Willian Douglas apavorado.

  Marco Mosca acorda. Rogério Nem corre e agarra Sir Willian Douglas. Os dois 

começam a gritar quando da mata surgem vários índios todos com lanças nas 

mãos. 

  Marco Mosca então grita:

- Caramba, será que é uma onça? 

  De repente, começa a aparecer mais pontos brancos. 

- Marco acorda. Gritou Sir Willian Douglas apavorado.

  Marco Mosca acorda. Rogério Nem corre e agarra Sir Willian Douglas. Os dois 

começam a gritar quando da mata surgem vários índios todos com lanças nas 

mãos. 

  Marco Mosca então grita:

 - corram!  Corram como nunca correram antes em suas vidas!

  Marco Mosca some na mata.

  Sir Willian Douglas e Rogério Nem fazem o mesmo.

  Enquanto correm, Rogério Nem grita para Sir Willian Douglas.

 - Por que eu não corri para o helicóptero? Se tivesse feito isso, não estaria nessa situação! 

- É mesmo cara, estamos ferrados!  Só espero que não nos peguem, eles são 

canibais! Respondeu Sir Willian Douglas. 

  Os índios correm atrás deles. Um deles lança um dardo que acerta no pescoço 

de Rogério Nem. Rogério não resiste e cai. 

  Sir Willian Douglas vai a seu socorro. Os índios os cercam.

- Vocês não vão comer o meu amigo! Gritou  Sir Willian Douglas apavorado.

  O índio chega perto dele e desfere um golpe que faz Sir Willian cair desmaiado. 

  Horas depois, já de manhã, os dois acordam e percebem que estão amarrados 

em um tronco. Os índios comemoram dançando com tochas nas mãos ao redor 

deles.

- Cara, eles vão nos cozinhar. Choramingou Rogério Nem. 

- Não tenho palavras para descrever o que estou sentindo nesse momento.  

Respondeu Sir Willian Douglas, visivelmente hipnotizado pelas tochas. 

- Socorro! Socorro! Gritava Rogério Nem já se conformando. 

  De repente, surge do alto das árvores Marco Mosca. 

  Ele pousa bem na frente dos amigos ao mesmo tempo em que a nuvem verde 

fedorenta que o envolve dá uma rajada violenta nos índios que são jogados 

longe.  

- Vamos embora!  Ordenou Marco Mosca enquanto soltava seus dois amigos.  

- Eu te amo Marco! Declarou Rogério Nem dando um beijo nele.  

  Sir Willian Douglas não saía do lugar. Estava aéreo.  

  Marco Mosca não perde tempo. Dá-lhe um bofetão que até Rogério Nem sente. 

 
  Sir Willian Douglas acorda do transe, pega seu arco e 
flechas e todos começam
 

a correr. 

- Vamos embora!  Ordenou Marco Mosca enquanto soltava seus dois amigos. 

- Eu te amo Marco! Declarou Rogério Nem dando um beijo nele. 

  Sir Willian Douglas não saía do lugar. Estava aéreo. 

  Marco Mosca não perde tempo. Dá-lhe um bofetão que até Rogério Nem sente. 

  Sir Willian Douglas acorda do transe, pega seu arco e flechas e todos começam a correr. 

- Vamos embora!  Ordenou Marco Mosca enquanto soltava seus dois amigos. 

- Eu te amo Marco! Declarou Rogério Nem dando um beijo nele. 

  Sir Willian Douglas não saía do lugar. Estava aéreo. 

  Marco Mosca não perde tempo. Dá-lhe um bofetão que até Rogério Nem sente. 

  Sir Willian Douglas acorda do transe, pega seu arco e flechas e todos começam 

a correr. 

  Os índios se reorganizam e vão atrás.

  Os três destemidos amigos corriam a exaustão.

- O que é isso cara?  Pensei que a selva fosse tranquila! Gritava Rogério Nem 

enquanto tropeçava nos galhos atrasando seus amigos.

- Para de reclamar!  Eles estão chegando perto! Não quero virar ensopado! 

Rebateu Sir Willian Douglas já quase parando. 

- Parem!  Ordenou Marco Mosca. 

- Venham para trás dessa pedra. Completou.

- Cara, o que vai ser da gente? Perguntou Rogério Nem. 

- Quer saber?  Vou enfrentar esses índios e não perderei! Gritou Sir Willian 

Douglas, batendo no peito.  

- A partir de hoje, todos me conheceram pelo nome de Sir Willian Selvagem! 

Completou ele, enquanto empunhava seu arco em posição de ataque. Rogério 

Nem não conteve as lágrimas.  

- Vamos morreeeer!  

- Calem a boca!  Vocês não sair daqui!  Mim voltar rápido! Ordenou Marco 

Mosca enquanto pegava uma semente de sua tanga.  

- O que é isso? Pergunta Rogério Nem, ao mesmo tempo em que os índios 

chegam.  

- Vocês ficar calmo!  Afirmou Marco Mosca.  

  Nesse instante, Marco Mosca lança a semente em direção à pedra. Um grande 

círculo luminoso se abre e quando Marco Mosca salta para dentro dele, a nuvem 

verde fedorenta que o protegia o deixa, permanecendo parada em frente ao 

círculo luminoso que se fechava rapidamente.  

  Sir Willian Selvagem e Rogério Nem estavam ali pasmos com o que viam. 

- A partir de hoje, todos me conheceram pelo nome de Sir Willian Selvagem! 

Completou ele, enquanto empunhava seu arco em posição de ataque. Rogério 

 Nem não conteve as lágrimas. 

- Vamos morreeeer! 

- Calem a boca!  Vocês não sair daqui!  Mim voltar rápido! Ordenou Marco 

Mosca enquanto pegava uma semente de sua tanga. 

- O que é isso? Pergunta Rogério Nem, ao mesmo tempo em que os índios 

chegam. 

- Vocês ficar calmo!  Afirmou Marco Mosca. 

  Nesse instante, Marco Mosca lança a semente em direção à pedra. Um grande 

círculo luminoso se abre e quando Marco Mosca salta para dentro dele, a nuvem 

verde fedorenta que o protegia o deixa, permanecendo parada em frente ao 

círculo luminoso que se fechava rapidamente.  

  Sir Willian Selvagem e Rogério Nem estavam ali pasmos com o que viam. 

  Sir Willian Selvagem e Rogério Nem estavam ali pasmos com o que viam. 

- A partir de hoje, todos me conheceram pelo nome de Sir Willian Selvagem! 

Completou ele, enquanto empunhava seu arco em posição de ataque. Rogério 

Nem não conteve as lágrimas. 

- Vamos morreeeer! 

- Calem a boca!  Vocês não sair daqui!  Mim voltar rápido! Ordenou Marco 

Mosca enquanto pegava uma semente de sua tanga. 

- O que é isso? Pergunta Rogério Nem, ao mesmo tempo em que os índios 

chegam. 

- Vocês ficar calmo!  Afirmou Marco Mosca. 

  Nesse instante, Marco Mosca lança a semente em direção à pedra. Um grande 

círculo luminoso se abre e quando Marco Mosca salta para dentro dele, a nuvem 

verde fedorenta que o protegia o deixa, permanecendo parada em frente ao 

círculo luminoso que se fechava rapidamente.  

  Sir Willian Selvagem e Rogério Nem estavam ali pasmos com o que viam. 

  Sir Willian Selvagem e Rogério Nem estavam ali pasmos com o que viam. 

  Sir Willian Selvagem e Rogério Nem estavam ali pasmos com o que viam. 

   A nuvem verde fedorenta começa a se deslocar em direção aos índios. 

  A nuvem não os ataca. Simplesmente os envolve como fazia com Marco 

Mosca. 

- Agora ferrou de vez!  Choramingou Rogério Nem. 

- Eu enfrentarei todos vocês!  Não tenho mais medo!  Gritou Sir Willian 

Selvagem, levando seu arco ao alto em gesto de desafio.

  Nesse instante,  um dos índios se aproxima e diz: - Vocês estão livres!  Tudo que 

nós queria era a nossa névoa que protege nós de seres estranhos que nem vocês. 

- Seu amigo roubou ela de nós quando chegou aqui. Agora nós tem ela de volta. 

Nós vai embora e deixa vocês em paz. Finalizou o líder da tribo. 

  E enquanto os índios se retiravam, Sir Willian Selvagem e Rogério Nem caiam 

sentados se perguntando: - Onde foi parar Marco Mosca? 

  Nesse instante, do outro lado do país, em um apartamento da zona sul, um 

portal se abre e Marco Mosca pula para fora dele.  

- Caramba!  Mim está em casa! 

  De repente, quatro crianças entram na sala correndo e gritando. 

- Caramba!  Mim está em casa!

  De repente, quatro crianças entram na sala correndo e gritando. 

- Caramba!  Mim está em casa!

  De repente, quatro crianças entram na sala correndo e gritando. 

- Papai, papai, você voltou! 

  Todos tinham a cara de Marco Mosca. 

- Que bom que voltou papai! Gritavam de alegria os quadrigêmeos. 

  Marco Mosca se apavora e imediatamente num piscar de olhos, ele pula para 

dentro do portal que se fecha de imediato.

  De volta à selva, Sir Willian Selvagem e Rogério Nem tentam entender o que 

aconteceu quando do nada o portal reaparece e Marco Mosca salta para fora. 

- Maluco, onde tu tava? Tu sumiu e a nuvem fedorenta foi embora com os 

índios.  Eles disseram que tu roubou a névoa que protege eles. Que parada é essa 

meu? Perguntou Rogério Nem todo nervoso.

- Eu fazer isso porque nuvem não passar por portal. Quando eu vir pra cá, a 

nuvem verde se juntou a mim sem eu querer. Só sobrevivi porque ela me 

ajudava. 

- E esse portal? Perguntou Sir Willian Selvagem com ar de intelectual. 

- Achei sementes perto de pirâmide. Joguei uma por jogar e apareceu. 

- Esse portal leva para a onde? Perguntou Rogério Nem mais calmo. 

- Para onde você pensar! Respondeu Marco Mosca. 

- Por que não usou para tirar todos os sobreviventes daqui? Perguntou Sir 

Willian 

Selvagem e bem irritado.

- Só serve para fins egoístas! Respondeu Marco Mosca. 

- Então, você entrou no portal para salvar sua pele e não para nos salvar dos 

índios? Perguntou Sir Willian Selvagem e bem mais irritado.

  Marco Mosca deu um sorriso sem graça e quando ia responder, um barulho no 

céu chamou a atenção dos três.

 -  São helicópteros de guerra do exército. São ultramodernos! Comentou Rogério

nem apontando para eles.

  Dezenas de soldados descem pelas cordas.

  Três deles se aproximam. Um general e duas oficiais bem armadas.

 - Bom dia Marco Mosca! Sou o general Sérgio Tatu e essas são as oficiais Akatia47 e 

Márcia Bibi. Estamos aqui para levá-lo em custódia. Sua névoa é uma arma muito 

poderosa e queremos ela para poder utilizá-la em nosso favor.

   Os três amigos ficam espantados.

- Como sabe o nome dele? Perguntou Rogério nem com as pernas se debatendo.

- Já vínhamos monitorando ele há muito tempo. Essas matas contêm muitos mistérios! 

Respondeu o general Sérgio Tatu com ar de calma enquanto seus soldados cercavam a 

área.

- Eu lamentar, mas a névoa ir embora com os índios. Respondeu Marco mosca.

- Não tente me enganar! Sei bem que você é bastante esperto! Advertiu o general já 

mudando o Tom de voz.

- Amigos, temos que correr agora! Ordenou Marco Mosca.

  Imediatamente, começam a correr.

  O general Sérgio Tatu percebe a manobra de Marco Mosca e ordena:

- Solados, capturem os rebeldes! E vocês duas, resolvam isso. Completou o general se 

referindo as oficiais Akatia47 e Márcia Bibi que imediatamente correm na direção de 

Marco mosca.

- Sir Willian Selvagem e Rogério nem, atenção para o assobio! Alertou Marco mosca.

- Que assobio o meu? Perguntou Rogério nem já chorando.

- Quando ele assobiar deite-se no chão. Alertou Sir Willian Selvagem.

  Marco mosca assobia. Os três deitam no chão. Os soldados os cercam e informam o 

general.

  De repente, as folhas das árvores começam a fazer barulho.

  Um dos soldados percebe a movimentação.

  Macacos! Muitos macacos começam a aparecer e atacar os soldados.

  Tiros para todos os lados. Gritaria! Pânico! Os soldados correm e os três amigos ficam sozinhos.

  - Caramba cara! Os macacos te amam! Elogiou Rogério nem.

- Eles ser amigos também! Disse Marco Mosca.

  De repente, Marco Mosca leva um chutão nas costas e cai longe.

- Achou mesmo que macacos iriam me impedir de te capturar? Advertiu a oficial 

Akatia47.

  Sir Willian Selvagem, estava paralisado, pois a oficial Márcia Bibi o havia rendido.

  Rogério nem não sabia o que fazer. Parecia um suricato. Olhava para um lado, olhava

pro outro.

  Marco Mosca tenta se levantar, mas é impedido pelo general Sérgio Tatu que coloca 

algemas energizadas em suas mãos.

- Você agora é propriedade do governo! Afirmou o general.

  De repente, um barulho estrondoso se faz ouvir por toda selva.

  Um planador enorme surge sobre suas cabeças. Todos ficam espantados.

  Uma porta se abre na parte de baixo. Um soldado salta e aterrissa na frente do general 

que segurava Marco Mosca pelo braço.

  Ele usa uma armadura verde brilhante que envolve todo seu corpo. Observa o 

perímetro e fixa o olhar no general Sérgio Tatu que quebra o silêncio.

- Marechal Gabriel! O que faz aqui? Perguntou o general.

  Nesse momento, parte da armadura verde que protege o rosto do Marechal Gabriel se 

recolhe deixando a vista de todos o rosto de um jovem de vinte e cinco anos.

- Olá tio! Vim aqui para desfazer um mal entendido. Este homem que tem sob custódia 

é nosso amigo. Respondeu Marechal Gabriel com voz tranquila.

 - Não se meta em meus assuntos. Advertiu o general Sérgio Tatu.

  Marechal Gabriel então responde:

- Observe o que está fazendo. Infringe a ele e seus amigos a mão pesada da opressão.

-  Analise suas atitudes e verás que tudo isso é desnecessário! Marco mosca é nosso 

amigo! Finalizou Marechal Gabriel.

- Vá embora agora e prometo que não falo para seu pai que você tentou me impedir de 

cumprir minha missão. É a última vez que te aviso. Advertiu o general Sérgio Tatu.

- Akatia47 distraia meu afilhado Marechal Gabriel enquanto eu e a tropa levamos esses 

três para o quartel. Ordenou o general Sérgio Tatu.

  Nesse instante, Marechal Gabriel cobre seu rosto com a armadura ao mesmo tempo 

em que dá um golpe certeiro na oficial Akatia47 que cai encima de Rogério nem.

  Márcia Bibi corre na direção de Marechal Gabriel gritando.

- Eu sou Bibiiiiiiiiii!

  Marechal Gabriel dá-lhe uma bofetada que a faz voar por entre as árvores.

  Marechal Gabriel se vira e grita para o general:

- General, você me obriga a tomar atitudes estremas. 

  O general Sérgio Tatu para e observa.

- Índio, pode aparecer. Ordenou Marechal Gabriel.

  Nesse instante, um índio vem correndo pela mata e para ao lado do Marechal Gabriel.

 - Quem quer um abraço? Perguntou o índio.

  O general Sérgio Tatu leva um susto. Fica visivelmente preocupado e diz:

- Você joga bem Marechal Gabriel!

  General Sérgio Tatu começa a correr deixando Marco Mosca para trás. Todos 

começam a correr.

 - Índio do abraço, não deixe o general Sérgio Tatu escapar! Ordenou Marechal Gabriel com voz serena.

  Índio do abraço descruza os braços e começa a correr de braços abertos na direção do 

general Sérgio Tatu gritando:

- Vem cá me dar um abraço!

  General Sérgio Tatu tropeça e cai de cara no chão. Quando se levanta, percebe que 

Índio do abraço está bem na sua frente.

  Sem perder tempo, Índio do abraço abraça o general.

- Vem cá general e me dá um abraço bem gostoso!

  General Sérgio Tatu começou a ficar todo mole.

  Índio do abraço não perde tempo e num salto extraordinário, agarra Rogério nem.

- Me dá um abraço gostoooooso!

  Rogério nem ficou todo dengoso!

  Foi um festival de abraços!

- Marechal Gabriel, você é cruel! Eu to carente! Preciso de um abraço! Choramingou o

general Sérgio Tatu.

 

  Márcia Bibi não se deu por vencida.

  Num golpe rápido, conseguiu se desviar do Índio do abraço e acertar um golpe que o 

fez desmaiar.

  Marco Mosca consegue se livrar das algemas energizadas e num pular de árvores, 

fica frente a frente com Akatia47.

  Akatia47 não se intimida e lança um direto nas fusas de Marco Mosca que cai como 

uma banana.

  Marechal Gabriel revestido de sua armadura reage. Pega uma tora de madeira e num 

golpe certeiro, acerta as duas oficinas que vão parar na mata.

- Já basta! Nós não somos inimigos! Lutamos pela mesma causa!  Isso acaba agora! 

Quando o bem controla nossos corações, somos invencíveis!

 - Recuar! Recuar. Ordenou o general Sérgio Tatu.

- Só porque estou meigo e carente, isso não vai me impedir de completar minha 

missão. Essa você venceu!

  Marechal Gabriel observa a retirada do general Sérgio Tatu em silêncio. Depois de 

longa pausa, se dirige a Marco mosca e diz:

- Vim até você não para capturá-lo, mas para pedir que se una ao meu exército para 

juntos combatermos um inimigo em comum que surgiu já faz algum tempo. A Terra 

está em perigo e somente unidos poderemos evitar a destruição da civilização. 

  Marco mosca pensa! Longos minutos se passam.

- Eu vou! Mas eles vão comigo. Advertiu nosso herói se referindo a Sir Willian 

Selvagem e Rogério nem.

- Com certeza! Afirmou Marechal Gabriel enquanto apertava a mão de Marco mosca.

  Sir Willian Selvagem e Rogério nem se aproximam de Marechal Gabriel e Marco 

mosca e juntos se dão as mãos e pronunciam:

- Protegeremos a humanidade, a liberdade e a democracia!

  Nesse instante, Índio do abraço aparece e dá um grande abraço em todos!

- Quem quer um abraço?

  O planador chega e todos embarcam para uma nova aventura.

Marco Mosca voltará!

 

História publicada em dezembro de 2017.

 

Agora, você pode ler a história de Marechal Gabriel lançada em dezembro de 2018.

E em breve, será lançado o novo livro Marechal Gabriel 2.

  Aguardem!