nº 31 (Outubro de 2017)
Essa história se passa no ano de 1499, num vilarejo do interior da França.
Um jovem ferreiro trabalhava duro na confecção de ferraduras e colocação nos cavalos, quando de repente, surge em sua frente quatro cavaleiros cruzados montados em seus cavalos.
Um deles o líder, tinha cara de pirulito.
- Bom dia reles ferreiro! Sou Lorde Alfredo de Portugal. Estou a caminho de Portugal em missão e paramos aqui para que eu possa falar com você.
- Sou apenas um ferreiro, o que queres de mim?
- Tu és Carlos o ferreiro? Perguntou Alfredo de Portugal.
- É! Sou!
Alfredo de Portugal desce de seu cavalo branco, olha diretamente para Carlos o ferreiro e diz:
- Sou um cavaleiro cruzado e para continuar assim, preciso pedir-lhe perdão!
Carlos o ferreiro se assusta com o que ouve e Alfredo de Portugal continua :
- Preciso que me perdoe! Conheci sua mãe a muito tempo atrás quando eu ainda era jovem.
Alfredo de Portugal faz leve pausa e continua.
- Eu sou seu pai. Finalizou.
Carlos o ferreiro olha para ele e depois de demorado silêncio pergunta.
- Esse baixinho também é seu filho? Perguntou apontando a marreta em direção a um dos cavaleiros.
- Não! Esse é Marco Coração de Leão. Rei da Inglaterra. Respondeu.
- E esse negão é seu filho? Perguntou apontando a marreta.
- Não! Esse é Gérson do Egito descendente direto do faraó Tutankhamon. Respondeu Alfredo de Portugal já coçando a cabeça.
Carlos o ferreiro aponta a marreta para o terceiro cavaleiro e diz.
- Com certeza esse não é seu filho!
Alfredo de Portugal se surpreende e confirma.
- É ele não é meu filho! Ele é Jefferson Paaai.
- Pai de quem? Com certeza não é seu pai! Retrucou Carlos o ferreiro visivelmente assustado.
- Ele é pai da Rainha Sofia da Escócia.Como você sabe que ele não é meu filho? Perguntou Alfredo de Portugal curioso.
Carlos o ferreiro apontou a marreta para Alfredo de Portugal e respondeu bem sério.
- Intuição de filho!
Curioso, Carlos o ferreiro pergunta.
- Por que Jefferson Paaai não é rei da Escócia?
Alfredo de Portugal esclarece.
- Sua filha o expulsou pois ele era viciado em chupar sangue de animais. Hoje ele não faz mais isso!
Carlos o ferreiro se assusta. Aponta a marreta na direção de Jefferson Paaai e adverte.
- Fica longe de mim!
Em seguida, se vira para Alfredo de Portugal e pergunta.
- Mas afinal, o que você quer de mim?
- Preciso que me perdoe e que venha comigo, pois juntos, cumpriremos a missão que me foi dada em sonho.
Um jovem ferreiro trabalhava duro na confecção de ferraduras e colocação nos cavalos, quando de repente, surge em sua frente quatro cavaleiros cruzados montados em seus cavalos.
Um deles o líder, tinha cara de pirulito.
- Bom dia reles ferreiro! Sou Lorde Alfredo de Portugal. Estou a caminho de Portugal em missão e paramos aqui para que eu possa falar com você.
- Sou apenas um ferreiro, o que queres de mim?
- Tu és Carlos o ferreiro? Perguntou Alfredo de Portugal.
- É! Sou!
Alfredo de Portugal desce de seu cavalo branco, olha diretamente para Carlos o ferreiro e diz:
- Sou um cavaleiro cruzado e para continuar assim, preciso pedir-lhe perdão!
Carlos o ferreiro se assusta com o que ouve e Alfredo de Portugal continua :
- Preciso que me perdoe! Conheci sua mãe a muito tempo atrás quando eu ainda era jovem.
Alfredo de Portugal faz leve pausa e continua.
- Eu sou seu pai. Finalizou.
Carlos o ferreiro olha para ele e depois de demorado silêncio pergunta.
- Esse baixinho também é seu filho? Perguntou apontando a marreta em direção a um dos cavaleiros.
- Não! Esse é Marco Coração de Leão. Rei da Inglaterra. Respondeu.
- E esse negão é seu filho? Perguntou apontando a marreta.
- Não! Esse é Gérson do Egito descendente direto do faraó Tutankhamon. Respondeu Alfredo de Portugal já coçando a cabeça.
Carlos o ferreiro aponta a marreta para o terceiro cavaleiro e diz.
- Com certeza esse não é seu filho!
Alfredo de Portugal se surpreende e confirma.
- É ele não é meu filho! Ele é Jefferson Paaai.
- Pai de quem? Com certeza não é seu pai! Retrucou Carlos o ferreiro visivelmente assustado.
- Ele é pai da Rainha Sofia da Escócia.Como você sabe que ele não é meu filho? Perguntou Alfredo de Portugal curioso.
Carlos o ferreiro apontou a marreta para Alfredo de Portugal e respondeu bem sério.
- Intuição de filho!
Curioso, Carlos o ferreiro pergunta.
- Por que Jefferson Paaai não é rei da Escócia?
Alfredo de Portugal esclarece.
- Sua filha o expulsou pois ele era viciado em chupar sangue de animais. Hoje ele não faz mais isso!
Carlos o ferreiro se assusta. Aponta a marreta na direção de Jefferson Paaai e adverte.
- Fica longe de mim!
Em seguida, se vira para Alfredo de Portugal e pergunta.
- Mas afinal, o que você quer de mim?
- Preciso que me perdoe e que venha comigo, pois juntos, cumpriremos a missão que me foi dada em sonho.
Carlos o ferreiro leva a mão ao queixo e diz.
- Quando terminarmos a missão, eu te respondo se perdoo.
- Então, tu vás comigo para Portugal? Perguntou Alfredo de Portugal com um sorriso bobo na cara.
- Ir para onde?
- Para Portugal!
- Pra quê?
- Para a missão!
- Que missão?
- A missão que me foi dada em sonho! Respondeu Alfredo de Portugal já irritado.
- Calma papai! Respondeu Carlos o ferreiro com cara de arteiro.
Os outros cavaleiros começaram a rir.
Alfredo de Portugal olha para eles e diz.
- Vamos que já estamos atrasados.
- Quando terminarmos a missão, eu te respondo se perdoo.
- Então, tu vás comigo para Portugal? Perguntou Alfredo de Portugal com um sorriso bobo na cara.
- Ir para onde?
- Para Portugal!
- Pra quê?
- Para a missão!
- Que missão?
- A missão que me foi dada em sonho! Respondeu Alfredo de Portugal já irritado.
- Calma papai! Respondeu Carlos o ferreiro com cara de arteiro.
Os outros cavaleiros começaram a rir.
Alfredo de Portugal olha para eles e diz.
- Vamos que já estamos atrasados.
Ao anoitecer, depois de um dia de viagem, os cavaleiros e o ferreiro decidem descansar.
Em volta da fogueira, enquanto se alimentam, Gerson do Egito, resolve falar.
- Você precisa de um nome de guerreiro.
- Ele já tem um. É Ferreiro que ferra tudo. Respondeu Jefferson Paaai com ar de deboche.
- Fica na tua vampiro! Eu já tenho um nome. É Carlos o Acusador. Assim me chamarei a partir de hoje.
- Isso mesmo meu filho, é assim que se deve proceder um verdadeiro Cavaleiro Templário! Falou Alfredo de Portugal todo entusiasmado.
- Fica feliz depois de terminarmos a missão velho! Retrucou Carlos o Acusador.
Em volta da fogueira, enquanto se alimentam, Gerson do Egito, resolve falar.
- Você precisa de um nome de guerreiro.
- Ele já tem um. É Ferreiro que ferra tudo. Respondeu Jefferson Paaai com ar de deboche.
- Fica na tua vampiro! Eu já tenho um nome. É Carlos o Acusador. Assim me chamarei a partir de hoje.
- Isso mesmo meu filho, é assim que se deve proceder um verdadeiro Cavaleiro Templário! Falou Alfredo de Portugal todo entusiasmado.
- Fica feliz depois de terminarmos a missão velho! Retrucou Carlos o Acusador.
Uma semana depois, finalmente os cinco cavaleiros templários chegam a Portugal.
- Oh fim de mundo! Gritou bem alto Marco coração de Leão.
- Pois muito que bem! Agora que já chegamos, você pode nos revelar qual é a missão que viemos realizar? Perguntou Carlos o Acusador.
- Paciência irmãos! Acamparemos aqui e mais tarde, lhes contarei tudo. Respondeu Alfredo de Portugal com ar de mistério.
- Oh fim de mundo! Gritou bem alto Marco coração de Leão.
- Pois muito que bem! Agora que já chegamos, você pode nos revelar qual é a missão que viemos realizar? Perguntou Carlos o Acusador.
- Paciência irmãos! Acamparemos aqui e mais tarde, lhes contarei tudo. Respondeu Alfredo de Portugal com ar de mistério.
Mais tarde, enquanto Carlos o Acusador permanecia sentado e Gérson do Egito afiava sua espada, Jefferson Paai e Marco coração de Leão preparavam a refeição.
Alfredo de Portugal, depois de longa meditação, resolve falar da missão.
- Certa noite, tive uma visão arrepiante e muito cruel. Logo depois ouvi uma voz dizer o que deveria fazer para evitar que essa visão do futuro aconteça.
- Mais e aí? O que devemos fazer? Interrompeu Carlos o Acusador.
- Na minha visão, devemos impedir uma mulher montada em um burro, de atravessar o riacho que passa no meio daquele vilarejo. Completou Alfredo de Portugal.
- Tá falando sério? Você nos fez cavalgar até esse fim de mundo só para impedir uma mulher de andar com seu burro? Perguntou Carlos o Acusador já apontando sua marreta para Alfredo de Portugal que imediatamente respondeu.
Alfredo de Portugal, depois de longa meditação, resolve falar da missão.
- Certa noite, tive uma visão arrepiante e muito cruel. Logo depois ouvi uma voz dizer o que deveria fazer para evitar que essa visão do futuro aconteça.
- Mais e aí? O que devemos fazer? Interrompeu Carlos o Acusador.
- Na minha visão, devemos impedir uma mulher montada em um burro, de atravessar o riacho que passa no meio daquele vilarejo. Completou Alfredo de Portugal.
- Tá falando sério? Você nos fez cavalgar até esse fim de mundo só para impedir uma mulher de andar com seu burro? Perguntou Carlos o Acusador já apontando sua marreta para Alfredo de Portugal que imediatamente respondeu.
- Acalme-se! Parece brincadeira mas o fato é de grande importância histórica. Só precisamos impedi-la de atravessar aquele riacho. Depois, vocês saberão porque.
- Confie em seu pai jovem acusador! Apelou Gérson do Egito.
Carlos o Acusador guarda sua marreta e responde.
- Gostei do jovem! Acho bom isso tudo ser correto! Vamos dormir.
- Confie em seu pai jovem acusador! Apelou Gérson do Egito.
Carlos o Acusador guarda sua marreta e responde.
- Gostei do jovem! Acho bom isso tudo ser correto! Vamos dormir.
Pela manhã, já chegando ao vilarejo de Ovar, Alfredo de Portugal alerta aos seus cavaleiros.
- Lá está ela! Vamos! Ela está quase a atravessar o riacho.
Impeçam-na!
Todos vão a caça. Correm com seus cavalos como nunca antes haviam corrido!
- Pare já, Olga Espanhola! Não se atreva a cruzar este riacho!
Advertiu Alfredo de Portugal, dando de tudo com seu cavalo para impedi-la.
Olga Espanhola se apavora. Tenta fazer seu burro correr mas é inútil. Alfredo de Portugal a alcança.
- O que tu queres? Deixe-me em paz! Gritou Olga Espanhola apavorada.
- Tu não podes atravessar este riacho! Respondeu Alfredo de Portugal.
De repente, Olga Espanhola pega um martelo de sua bolsa e de imediato, lança em direção a Alfredo de Portugal que é acertado em cheio bem no meio da testa, caindo sentado no chão.
Olga Espanhola vendo que os outros cavaleiros vinham em sua direção, corre e pula em cima do cavalo de Alfredo de Portugal e cavalga em direção a floresta gritando enquanto sumia entre as árvores.
- Nunca me pegarão seus malvados!
Lentamente, bem devagar, Carlos o Acusador montado em seu cavalo, se aproxima de Alfredo de Portugal e diz.
- Então papai, que vergonha! Estás ridículo ai embaixo! É isso que tua visão te mostrou? É lamentável!
- Ela atravessou o riacho? Perguntou Alfredo de Portugal com um sorriso enorme no rosto.
- Nãaaaaaaaaaoooooo! Respondeu Carlos o Acusador enquanto descia do cavalo.
- Amigos, estão vendo aquele homem do outro lado do riacho montado num cavalo? Perguntou Alfredo de Portugal aos seus cavaleiros.
- É Pedro Alvarez Cabral. Completou.
- É daí? Não vai me dizer que ele é seu filho e que Olga Espanhola não é boa o suficiente para ele? Ironizou Marco coração de Leão.
- Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se chamar Brasil. A voz que ouvi depois, disse para eu impedi-la de atravessar o riacho. Assim eles não se conheceriam e Pedro Alvarez Cabral seguiria seu destino que é ser fazendeiro criador de porcos.
- E em sua visão mostra quem vai descobrir o Brasil? perguntou Jefferson Paai.
- Os holandeses! Afirmou Alfredo de Portugal com um sorriso enorme no rosto.
- Tenho mais uma coisa a dizer. Avisou Alfredo de Portugal todo animado.
- Iiiiih! Lá vem história! Ironizou Gérson do Egito.
- Eu não sou Alfredo de Portugal. Eu sou holandês!
- Eu me chamo Alfredo holandês! Gritou Alfredo com todo orgulho!
- Lá está ela! Vamos! Ela está quase a atravessar o riacho.
Impeçam-na!
Todos vão a caça. Correm com seus cavalos como nunca antes haviam corrido!
- Pare já, Olga Espanhola! Não se atreva a cruzar este riacho!
Advertiu Alfredo de Portugal, dando de tudo com seu cavalo para impedi-la.
Olga Espanhola se apavora. Tenta fazer seu burro correr mas é inútil. Alfredo de Portugal a alcança.
- O que tu queres? Deixe-me em paz! Gritou Olga Espanhola apavorada.
- Tu não podes atravessar este riacho! Respondeu Alfredo de Portugal.
De repente, Olga Espanhola pega um martelo de sua bolsa e de imediato, lança em direção a Alfredo de Portugal que é acertado em cheio bem no meio da testa, caindo sentado no chão.
Olga Espanhola vendo que os outros cavaleiros vinham em sua direção, corre e pula em cima do cavalo de Alfredo de Portugal e cavalga em direção a floresta gritando enquanto sumia entre as árvores.
- Nunca me pegarão seus malvados!
Lentamente, bem devagar, Carlos o Acusador montado em seu cavalo, se aproxima de Alfredo de Portugal e diz.
- Então papai, que vergonha! Estás ridículo ai embaixo! É isso que tua visão te mostrou? É lamentável!
- Ela atravessou o riacho? Perguntou Alfredo de Portugal com um sorriso enorme no rosto.
- Nãaaaaaaaaaoooooo! Respondeu Carlos o Acusador enquanto descia do cavalo.
- Amigos, estão vendo aquele homem do outro lado do riacho montado num cavalo? Perguntou Alfredo de Portugal aos seus cavaleiros.
- É Pedro Alvarez Cabral. Completou.
- É daí? Não vai me dizer que ele é seu filho e que Olga Espanhola não é boa o suficiente para ele? Ironizou Marco coração de Leão.
- Não meus amigos! Em minha visão, Olga Espanhola atravessa o riacho e se depara com ele. Eles se apaixonam e por consequência, Pedro Alvarez Cabral resolve embarcar em seu navio para ir para as Índias comprar presentes para sua amada. Ele perde o caminho e vai parar em terras novas que no futuro vai se chamar Brasil. A voz que ouvi depois, disse para eu impedi-la de atravessar o riacho. Assim eles não se conheceriam e Pedro Alvarez Cabral seguiria seu destino que é ser fazendeiro criador de porcos.
- E em sua visão mostra quem vai descobrir o Brasil? perguntou Jefferson Paai.
- Os holandeses! Afirmou Alfredo de Portugal com um sorriso enorme no rosto.
- Tenho mais uma coisa a dizer. Avisou Alfredo de Portugal todo animado.
- Iiiiih! Lá vem história! Ironizou Gérson do Egito.
- Eu não sou Alfredo de Portugal. Eu sou holandês!
- Eu me chamo Alfredo holandês! Gritou Alfredo com todo orgulho!
- Tu não tá bem! Foi pra isso que nos fez vir aqui? Reclamou Carlos o Acusador.
- Estou chocado! Como podê nos enganar todos esses anos? Somos seus companheiros! Lamentou Jefferson Paai.
- É uma boa causa! Imaginem o Brasil sendo colônia da Holanda! Delirou Alfredo holandês.
- Vou embora! Afirmou Carlos o Acusador.
- Esperem! Somos cavaleiros templários! Temos que cumprir as ordens do Senhor! Advertiu Alfredo holandês.
- Não vou seguir ordens de um surtado! Respondeu Carlos o Acusador enquanto se distanciava.
Alfredo holandês então avisa:
- Em outro sonho, a voz me disse para ir a Itália pois lá se encontra no poder, um homem muito cruel! Ele se chama lulius Embusteiro. Ele tem o poder de iludir as pessoas. Termos que impedir o embusteiro e seus lacaios. É uma missão humanitária! Apelou Alfredo holandês enquanto levantava sua espada em direção ao céu.
Carlos o Acusador ao ouvir o apelo, volta, desce do cavalo, empunha sua espada com a mão direita, com a esquerda aponta a marreta em direção a Alfredo holandês e diz: - Nisso eu acredito e vou contigo até o fim!
Nesse instante os outros cavaleiros templários apontam suas espadas ao céu e em uma só voz pronunciam:
- Nós cavaleiros templários juramos defender a humanidade, a liberdade e a justiça para todo sempre!
Fim?
Em tempo: - Eu te perdoo papai!
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