domingo, 11 de novembro de 2012

Neide Virgínia

Neide Virgínia

  Neide chegou para mais um dia de trabalho.
 -  Hoje, estou de bem com a vida!
  A Chefe da Neide grita.
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
  Neide fica apavorada e pede ajuda a Damiana.
 - Damiana, me ajuda?
 A chefe da Neide grita com Damiana.
 - Damiana,! Ajuda não, ajuda não, ajuda não.
 - Damiana ta de folga. Vai pra casa minha irmã.
 A chefe da Neide grita.
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
  Neide fica desesperada e pede ajuda a Jéssica.
 - Jéssicaaaaaaaa!!!!!
  A Chefe da Neide grita com Jéssica.
 - Jéssicaaaaaaa! Ajuda não, ajuda não, ajuda não.
 - Vai limpar a fachada do prédio desde lá do terceiro andar e vê se não cai no chão.
  A chefe da Neide grita..
  - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
  Neide pensa em aloprar quando ouve um barulho vindo lá da frente do prédio. Vai correndo e vê a Jéssica esparramada pelo chão.
 - Chefe! Olha só o que tem no chão?
 A Chefe da Neide olha pra ela, olha pro chão e depois olha pra Neide e responde: - Tá esperando o que pra limpar o chão?
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
  Neide fica irada e resolve pegar a foice.
  Neide irada passa a foice na chefe dela e esparrama suas tripas pelo chão.
 - E agora chefe? Vai mandar eu limpar o chão?
  A chefe da Neide responde:
 - Neide! Neide! Limpa o chão, limpa o chão, limpa o chão.
 - Recolhe essas tripas e passa cera no chão.

Ed. nº 21 (Outubro de 2012)

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Fim de Semana na Fazenda


Fim de Semana na Fazenda

  Tudo começou na emergência do hospital onde Daniele, mais conhecida como Dani Narizinho trabalhava.
  Ela cuidava de um paciente, quando de repente, ela pensou.
  Ooooohhhh!!!!
 - O que estou fazendo aqui? Eu vou é tirar umas férias.
  Imediatamente Dani Narizinho  perguntou a Rafaela, mais conhecida como Piquinininha, que por sua vez perguntou a Cris Pê da pediatria, que perguntou a Grazi Girafinha, que perguntou a Barbara Tall, que perguntou a Márcia Esponja, que perguntou a Tupariu, que perguntou a Ana Pancada, que perguntou a Tici Me Disse, que perguntou ao Sebastião, que perguntou a Flávia, que perguntou a Olga se gostaria de passar um fim de semana na fazenda de um amigo.
  Obviamente que todas aceitaram. E o galã também.
 - Eu vou de carro. Disse Dani Narizinho.
 - Eu vou levar um barril de chope. Disse Márcia Esponja.
 - Eu vou levar o meu charme. Disse Barbara Tall.
 - Eu vou levar uma toalhinha com o nome do fazendeiro. Disse Cris Pê.
 - Eu vou levar meu note book. Disse Ana Pancada.
 - Eu vou levar minhas fotos de galã. Disse Sebastião.
 - Ah! Eu to cansada. Disse Talita Girafinha.
 - Eu levo uma seringa. Disse Flávia.
 - Tô ocupada, liga mais tarde. Disse Olga.
 - Eu vou levar o João. Disse Tici Me Disse.
 - Eu vou levar uns lanches pra viagem. Disse Piquinininha.
 - Vou agora na copa pedir a Lizete que faça uns lanches pra gente. Concluiu Piquinininha.
  Quando chegou na copa Piquinininha perguntou a Lizete:
 - Tia Lizete? Você poderia fazer uns lanches para eu e minhas amiguinhas comermos na viagem até a fazenda?
  Respondeu Lizete: - Tia é o Ca....... Lanche é o Ca.......
  Piquinininha que já era pequena, ficou ainda mais pequena e foi embora bem amuadinha.

  Enquanto isso, Dani Narizinho gritava: - Tici Me Disse, nós vamos agora. Não há tempo para pegar seu filho.
 - Olha isso! Espia isso! Respondeu Tici Me Disse.

  Então, depois de muita confusão, todos começaram os preparativos.
 - No meu carro, vão eu, Piquinininha, Cris Pê, Barbara Tall, Tupariu, Sebastião, Márcia Esponja, Tici Me Disse, Ana Pancada e Flávia. Afirmou Dani Narizinho.
 - E eu? Vou como? Perguntou chorando Talita Girafinha.
 - Você vai naquele burro que ta amarrado lá no poste. Respondeu Dani Narizinho.
  O Burro olha com espanto e desmaia.
 - E a Olga? Perguntou Tici Me Disse.
 - Ela disse que ta ocupada. Mandou ligar mais tarde. Respondeu alguém.
 - Não há lugar pra todo mundo no carro. Avisou Márcia Esponja.
- Márcia Esponja vai no capu pra pegar um ar; Piquinininha vai no porta luvas; Sebastião vai na mala e o resto, se espreme.

  E assim, foram em direção a fazenda.
  Chegando lá, depois de se instalarem, foram conhecer a fazenda.
  Sebastião se encantou pela vaca.
 - Nossa! Que vaca lindinha! Vou lá falar com ela.
  Se aproximando, Sebastião perguntou.
 - Mu? Mu vaquinha? Mu vaquinha?
  De repente, a vaca abocanha a cabeça de Sebastião.
  Sebastião se desespera.
 - huuummm! Huumm!
 - Olha gente. Avisou apavorada Piquinininha.
 - A vaca ta chupando a cabeça do Sebastião. Disse Tici Me Disse.
 - Precisamos ajudá-lo. Afirmou Dani Narizinho enquanto corria para procurar o fazendeiro.
 - Aguenta firme Sebastião. Vou pesquisar na internet pra ver o que posso fazer. Respondeu Ana Pancada.
 - Huumm! Huumm! Respondeu Sebastião.
 - Vou dar uns telefonemas. Disse Bárbara Tall.
 - Vou fazer uma toalhinha pra vaca ficar feliz e soltar o Sebastião. Disse Cris Pê.
 - huumm! Huumm! Disse Sebastião.
 - Eu não sei o que fazer. Disse
Piquinininha já chorando.
 - Olha isso! Espia isso! Disse Tici Me Disse.
 - Já sei! Vou ordenhar essa vaca. Disse Márcia Esponja.
 - Assim, a vaca vai ficar mansa e vai soltar o Sebastião. Completou Márcia Esponja já trocando as pernas depois de duas canecas de cerveja.
 - Vou pegar essa galinha e espremê-la. Assim, vou atingir a vaca com muitos ovos. Avisou Tupariu já
realizando a façanha.
 - Huumm! Huumm! Resmungou Sebastião.
 - Que droga! Não consigo tirar ovos dessa galinha. O que está havendo? Perguntou Tupariu.

  Enquanto isso, Dani Narizinho procurava pelo fazendeiro. Enfiou o pé na bosta e deu de cara com um rapaz.
  Nesse instante, os olhos de Dani Narizinho começaram a brilhar.
 - Posso ajudar moça? Perguntou o jovem.
 - Pode sim. Respondeu ela, toda boba.
 - Qual o seu nome? Perguntou Dani Narizinho, já babando.
 - Me chamo Julio César. Mas pode me chamar de Julio Cesar.
 - Pode nos ajudar? Meu amiguinho ta tendo uns problemas com a vaca da fazenda.
 - Vamo lá. Agora.
  Lá chegando, Julio César ficou espantado com a situação.
 - Moça? Teu amiguinho ta cum problemão! Afirmou o jovem.
 - Você é o caseiro? Essa galinha não quer espirrar ovos? Perguntou Tupariu já irritada.
 - Não vai esspirrar ovos, primeiro que não é assim que galinha põem ovo. E segundo, isso aí não é uma galinha. É um peru.
Respondeu o jovem Julio César.
   Tupariu ficou sem ação. Largou o peru, subiu
numa árvore e foi
dormir.
 - Huumm! Huumm! Resmungou Sebastião.
 - Calma amigo, to quase conseguindo. Respondeu Márcia Esponja, enquanto ordenhava a vaca.
 - Por que sua amiga ta ordenhando o meu boi? Perguntou Julio César a Dani Narizinho.
  Dani arregalou os olhos e gritou.
 - Márcia isso não é uma vaca, é um boi.
 - Ah! Ta explicado porque essa vaca só tem uma teta. Respondeu Márcia Esponja.

  Nesse instante, chega Talita Girafinha carregando o burro  nas costas.
- É isso aí! Comemorou Julio César.
 - É isso aí o que? Perguntou  Dani Narizinho.
 - Me de seu burro. Pediu o jovem caseiro.
 - Pra que tu quer o burro dela? Perguntou Dani Narizinho.
 - Você vai ver! Respondeu Julio César enquanto carregava o burro exausto até o boi.
  De repente, o boi solta Sebastião que sai cambaleando com a cara toda chupada e pisando na bosta.
  Todas ficaram surpresas.
  - Esse boi é bem manso. O burro, faz lembrar o irmão dele.
  Enquanto isso, Sebastião tentava se localizar no mundo.
  - Onde eu estou? Alguém aí tem sal grosso?
  Dani Narizinho, vendo que tudo está bem, corre em direção do caseiro e pergunta: - Qual é? Qual foi? Por que que tu ta nessa?
Você quer ser meu Centurião Romano?
 - Ah! Não sei. Posso pensar? Perguntou o jovem galante.

  Assim, a história termina, com todos felizes e a bandeira da federação tremulando sobre nossas cabeças.

Em tempo: Alguém viu a Flávia?

Ed de setembro de 2012, já está disponível no blog: http://www.jornaldoluan.zip.net

sábado, 11 de agosto de 2012

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Ano 6, nº 19, junho de 2012.

América Bebezinho – O dilema de Ernane.

  Essa história, acontece em um momento muito delicado da vida de um enfermeiro que se encontrava em crise existencial.
  Esse enfermeiro, acabara de enfrentar o poderoso enfermeiro sem cabeça. Não via mais sentido em continuar trabalhando na emergência do hospital.
  Então, numa atitude assustadora para seus companheiros de trabalho, ele gritou.
 - Meu nome é Ernane!!! Não vou mais ficar indiferente ao que acontece no mundo. Vou enfrentar com BRAÇO FORTE aqueles que querem semear o mal.
  Nesse instante, passava pelo corredor o pequeno porém médio Neemias, que escutou os delírios de Ernane e invadiu a emergência.
 - Ernane, é isso mesmo que tu queres nobre otário? Perguntou Neemias todo eufórico.
 - Sim. Sim. SIIIIIIM! Respondeu o alucinado Ernane.
 - Então, vou com você.  Replicou Neemias.
  Nesse instante, Ernane se calou e olhando fixamente para Neemias, declarou.
 - Tá maluco? Tá pensando que la fora é moleza? Você sabe que lá fora não vai poder contar com a mamãe?
 - Sim! Respondeu Neemias com um sorriso de orelha a orelha.
 - Eu me chamarei Dom Nee, e serei seu parceiro. Completou Dom Nee.
 - Que bosta de nome é esse que tu arrumou?
 - Vão logo! O mundo precisa de vocês! Gritaram em coro enfermeiros e pacientes.
 - Então vamos! Exclamou  Ernane, correndo juntamente com Dom Nee na direção do mundo.
  E na emergência, todos abriam garrafas de xarope para comemorar a nova empreitada de dois alucinados.
 - Eles foram embora! Vamos festejar! Finalmente nos livramos desses dois. Gritaram com alivio todos os enfermeiros.

  Enquanto todos festejavam, Dom Nee e Ernane, continuaram correndo. Deram a volta no quarteirão e pararam em frente a um carro.
 - Porque paramos? Perguntou Dom Nee, visivelmente perturbado.
 - Esse é nosso carro. Respondeu Ernane todo empolgado.
 - Um Opala? Chorou Dom Nee.
 - Siiiiiiiiim!
 - Tudo bem! A mala é grande. Posso dormir em quanto você dirige. Respondeu Dom Nee.
  Finalmente, os dois heróis  entraram no carrão e partiram em direção as aventuras que os esperam.

  Na estrada, Dom Nee pede para parar.
 - Por que paramos? Perguntou Ernane.
 - Quero fazer pipi. Respondeu Dom Nee.
  Enquanto Dom Nee se aliviava, Ernane observou uma casa ao longe.
 - Dom Nee, vamos até aquela casa ao longe. Não sei porque ela me atrai!


- Agora que você falou, realmente a casa me chamou a atenção. Respondeu Dom Nee.
  Chegando perto, Ernane para o carro.
 - Olha só Dom Nee. Veja o que está escrito na fachada da  casa.
 - Ta escrito Casa dos Otários. Respondeu Dom Nee.
  De repente, Dom Nee e Ernane tomam um susto quando alguém grita.
 - O que querem aqui? Perguntou uma mulher misteriosa toda vestida de preto.
 - Estamos de passagem. Somos heróis. Por algum motivo essa casa nos atraiu. Responderam.
 - Claro que se sentiram atraídos pela casa. Essa casa é dos otários. Respondeu a misteriosa mulher.
  Os dois se olharam e perguntaram.
 - Como se chama, misteriosa mulher?
  De repente, começa a ventar forte. Muito forte. Tão forte, que Ernane e Dom Nee tiveram que se segurar no carro.
 - Eu me chamo Tupariu! Respondeu a misteriosa mulher, dando uma misteriosa gargalhada.
 - Cara essa mulher vai fritar a gente. Gritou apavorado, Dom Nee.
 - Acalme-se. Vamos derrotá-la . Afirmou Ernane, meio apavorado.
 - Vocês vão sentir a minha fúria. Gritou Tupariu enquanto preparava seu golpe mortal.
 - Toma isso!
  De repente, Tupariu lança de suas mãos várias bolas gosmentas que  num instante, acertam os heróis na cara.
 - O que é isso na minha cara. Gritou Dom Nee.
 - Não sei. Não consigo retirar.
 - Isso é placenta, seus otários. Vocês não tem muito tempo. Respondeu Tupariu, visivelmente feliz.
 De repente, Dom Nee começa a ficar irritado.
 - Eu sou Dom Neeeeeee!!!!!! Gritou ele, enquanto se transformava.
  Ernane, não acreditava no que via. Dom Nee estava ficando maior, muito maior. Suas roupas estavam se rasgando. De repente, Dom Nee se transforma.
  Ernane fica surpreso.
 - Dom Nee! Você se transformou em um João Teimoso.
 - Agora Tupariu vai ver o que é bom. Afirmou Dom Nee.
  Nesse instante, Tupariu começa um novo ataque de placentas em direção a Dom Nee.
 - Você não vai escapar, seu otário. Vai fazer parte da minha coleção de otários.
 - Não vou não. Respondeu Dom Nee em forma de João Teimoso, rebatendo todas as placentas que Tupariu lhe lançou.
 - Tu não vai conseguir! Gritou Tupariu, dando gostosas gargalhadas.
 - Eu vou te ajudar Dom Nee. Gritou Ernane, enquanto corria em direção de Tupariu, agarrando-a bem forte.
 - Nossa Ernane, você ta me fazendo suar. Falou baixinho Tupariu no ouvido dele.
 - Você não vai nos dominar! Afirmou Ernane, sem deixar Tupariu se mexer.
 - Você vai ser meu otário predileto. Respondeu Tupariu toda dengosa.
 - Dom Nee vai ser meu lacaio. Finalizou.



  A luta estava feroz.
  Tudo indicava que Tupariu levaria a melhor.
  Dom nee, resistia muito bem.
  Ernane não desistia. Até que do alto, surge um helicóptero.
  Um helicóptero diferente, todo moderno, jamais visto antes.
  Ele para bem perto. Todos olham para ele.
  De repente, pula alguém.
 - É ele! Gritou Dom Nee, todo feliz.
 - É o Coronel Sérgio Bruaca? Perguntou Ernane.
 - Não. É muito melhor, seu besta.
   Nesse instante, o novo herói que pulou do helicóptero, Chega ao solo com toda pompa, e grita: - Américaaaaaa!!!!!!!
  Seu uniforme é azul marinho, tem um cinto de utilidades e um capacete branco de piloto de helicóptero, com um globo azul e as estrelas da federação em destaque. Sua altura, é de 1,10.
 - Meu nome é América Bebezinho! Vim aqui para restabelecer a ordem e a justiça.
 - Solte Ernane e Dom Nee agora. Ordenou América Bebezinho.
  Imediatamente, Tupariu obedece e foge dizendo.
 - Isso não vai ficar assiiiiimmmmmm!
   Dom Nee e Ernane, correm na direção de América Bebezinho e comemoram.
 - Eu cheguei! Gritou o Coronel Sérgio Bruaca surgindo do nada e dando o maior susto em Ernane e Dom Nee.
  América Bebezinho, não se assusta com nada.
 - O que você quer aqui Coronel Sérgio Bruaca. Não vê que já derrotamos o inimigo? Gritou Dom Nee já em sua forma humana.
 - Eu vim ajudar. Respondeu choroso o Coronel Bruaca.
 - Não falem assim com ele. Ordenou América Bebezinho.
 - A partir de agora, vamos formar uma equipe de heróis. Continuou América bebezinho.
 - Uma equipe? Perguntou Ernane todo bobo.
 - Sim! O nome será Heróis Vigilantes. E nós quatro seremos os primeiros. Outros viram para se juntarem a nós. Finalizou América Bebezinho.
  Todos Sorriram, deram as mãos para comemorar e gritaram: - Américaaaaaaaa!!!!!!!!

Ano 6, Ed. 18, Abril de 2012.

A História de Ernane – Parte II

Continuando a história anterior, Ernane, após ser acordado por seu chefe, percebeu que sua vida de luxo e herói mundial, na realidade, não passou de um sonho.
  Triste e deprimido, voltou ao trabalho.
 - Enfermeiro. Chamou uma jovem paciente de 75 anos.
 - O que deseja minha queria paciente?
 - Quero cuspir no pinico. Quero que troque minha fralda e lave minha dentadura. Você pode fazer isso?
   O deprimido Ernane, acenou positivamente com a cabeça e imediatamente começou a cuidar da jovem velhota.
  Enquanto o enfermeiro Ernane fazia suas obrigações, ficava imaginando como seria salvar o mundo.
  De repente, entra correndo na emergência a enfermeira Rafaela apavorada e puxando os cabelos para cima como se fosse o fim do mundo.
 - Ernane, socorrooooooooo!!!!!!!! Gritou a Rafaela apavorada.
 - O que ouve? Perguntou o herói.
 - Tem um maluco invadindo o hospital.
 De repente, entra um homem de 1,50 de altura com cabelos longos e lisos até a cintura gritando: - vai todo mundo morrerrrrrrrrrrr!!!! Vai todo mundo morrerrrrrrrrrrrrrrrr!!!!
  O homem se virou e viu Ernane. Começou a correr em sua direção com um bastão de madeira na mão.
 Todo mundo na emergência começou a correr.
  Rafaela estava agarrada em Ernane como uma aranha.
  O enfermeiro chefe se escondeu atrás do telefone. E o restante, sumiu.
  De repente, o homem parou. Olhou fixamente para Ernane e disse:
 - Finalmente te encontrei. Ernane meu filho, só você pode nos salvar!
  Nesse momento, Ernane fica paralisado e espantado com o que ouviu.
 - Do que falas, reles homem louco?
Perguntou Ernane já se achando.
 - Tem um cara matando as pessoas nas emergências dos hospitais. Afirmou o jovem homem.
 - E quem seria? Perguntou  Ernane, visivelmente abalado e se achando.
 - O cara se disfarça de enfermeiro chefe e começa a fazer suas maldades. Afirmou o jovem homem com o bastão na mão, apontando para Ernane.
  De repente, alguém tosse.
  O homem se vira para ver quem é. De repente, ele grita.
 - É ele1 É ele! Apontando para o enfermeiro chefe que se escondia atrás do telefone.
 - Ele é o assassino que todos chamam de enfermeiro.
  Todos ficam apavorados.
  - Eu não. Ta maluco? Eu sou bonzinho. Respondeu em voz alta o enfermeiro chefe.
  - A é. Eu me enganei. O cara que procuramos, não tem cabeça.
Afirmou o homem cabeludo com a maior calma, batendo o bastão na mão.
  Então, o que vamos fazer? Perguntou o desorientado Ernane que largou a enfermeira Rafaela, deixando-a cair no chão.
  Nesse momento, todos ouvem um grande barulho no lado de fora da emergência e correm para ver o que está havendo.
  Era um helicóptero da força aérea. Dele, descia pela corda ele, o Coronel Sérgio Bruaca. Destemido herói.
 - Eu sou o coronel Sérgio Bruaca. Vim aqui para capturar o temível enfermeiro sem cabeça.
- É você o enfermeiro sem cabeça? Perguntou  o Coronel Sérgio Bruaca ao enfermeiro Ernane.
 - Se fosse eu, não teria cabeça seu besta. Respondeu nosso herói Ernane.
 - Então quem é? Perguntou o Coronel.
  Nesse momento, aparece a enfermeira Daniele que dá de cara com o homem cabeludo e começa a gritar pondo a mão na cabeça.
   O homem cabeludo, fica olhando para ela e pergunta a Ernane:
 - Ela não vai parar de gritar?
 - Não esquenta. Ela é assim mesmo. Respondeu nosso herói.
 - Vejam quem chegou. Gritou o Coronel Sérgio Bruaca, apontando para o corredor do hospital.
  Lá estava ele. De jaleco branco, sem cabeça e com duas foices nas mãos.
  Todos ficaram apavorados.
  Márcia esponja que estava ao telefone, continuou ao telefone, Barbara desmaiou, Talita, desmaiou, Ana Paula gritou, enfermeiro Rafael, correu, Rafaela, encolheu, Daniele continuou gritando, Coronel Sérgio Bruaca ficou branco como uma galinha, e nosso herói Ernane, não fez nada.
  De repente, aparece na frente de todos o homem cabeludo de bastão na mão.
 - O que você quer seu louco? Perguntou.
 - Eu vim atrás de um homem bem bonito. Respondeu o sem cabeça.
 - Então tu ta no lugar errado. Respondeu o homem cabeludo.
 - Tu só vai encontrar o que quer, no prédio ao lado. Afirmou nosso herói Ernane.
 - Chegando lá, procura o Alfredo. É o mais bonito do hospital.
  O enfermeiro sem cabeça, bota a mão na cabeça e em seguida vai em direção ao prédio ao lado.
  Chegando lá, procura pelo escolhido Alfredo.
 - Onde está o Alfreeeeeeedo?
 - Onde está o Alfreeeeeeedo?
  Alfredo ouve alguém chamar por ele e imediatamente vai na direção da voz.
  - O que é isso? Grita apavorado o galante Alfredo.
  - Quero sua cabeeeeeeeça.
  - Socoooooooooooooorro! Gritou correndo na direção da emergência onde todos estavam comemorando a sorte que tiveram quando o enfermeiro sem cabeça foi embora.
  - Socoooooorro! Gritou Alfredo entrando na emergência e se agarrando ao enfermeiro Ernane.
 - Me solta. Eu gosto muito é de uma morena. Reclamou Ernane visivelmente constrangido enquanto todos riam dele.
  Nesse momento, o enfermeiro sem cabeça entra no corredor e imediatamente, o coronel Sérgio Bruaca toma a frente da situação juntamente com Ernane.
   O sem cabeça para. Coronel Bruaca olha firme para ele e diz: - Chupa essa manga Ernane. Eu fui.
  Coronel Sérgio Bruaca pega a corda pendurada no helicóptero e foge como uma galinha apavorada.
  Ernane não vê alternativa. Parte para cima do sem cabeça e começa a lutar com ele.
  Vendo que Ernane esta levando a pior, todos se mandam e apena Alfredo fica para assistir a luta que Ernane está enfrentando com bravura.
  Ernane não tem mais chances e quando o sem cabeça vai dar o golpe final.
 - Não! Nãaaaaaaaao! Grita o sem cabeça fugindo em seguida.
  Ernane não entendeu nada. Ele olha para o lado e vê Alfredo com um copo vazio na mão.
  - O que você jogou nele? Perguntou nosso herói, enquanto catava suas partes pelo corredor.
  Alfredo responde com maior orgulho: - joguei café do hospital nele.
  Ninguém agüenta esse café.
  Alfredo deu a mão a Ernane e juntos, foram aplaudidos por todos.