Julius Embusteiro está de volta. Desta vez a Aliança enfrentará um adversário com sede de vingança.
Marechal Gabriel, Marechal Luan e Marechal Marjorie juntamente com seus aliados terão que lutar pela liberdade da humanidade com todas as suas forças!
Marechal Marjorie
(Marechais)
Os acontecimentos a seguir, se passam a partir de 2074. São a continuação dos eventos de
Marechal Gabriel...
Quatro anos antes da Grande Batalha Final vencida pela aliança, Julius Embusteiro dava início a sua dominação sobre toda a Europa.
Nesse mesmo tempo, a República Federativa do Brasil passava por uma crise política muito profunda.
Políticos desacreditados, corrupção e caus urbano aonde a violência chegou ao limite extremo nas grandes cidades.
Forças militares enfrentavam milícias que haviam dominado toda cidade do Rio de Janeiro e cidades vizinhas.
Comandadas pelo Marechal Luan que tentava libertar a cidade pacificamente, as forças militares obtiveram significativas vitórias.
Em determinada ocasião, as forças inimigas estavam encurraladas. Não tinham alternativas senão a rendição.
Mas eles não se renderam.
Marechal Luan dá ordens de cessar fogo. Em uma atitude inesperada, ele começa a caminhar na direção dos rebeldes sem sua armadura que permanecia recolhida em sua cintura.
Ele chega perto do líder que o recebe com uma arma em punho.
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- Irmão, não precisa ser assim! Baixe sua arma e peça que sua gente faça o mesmo. Essa batalha acabou! Estamos todos cansados disso tudo! Olhe só como a cidade ficou! É a hora da rendição! Já pagamos por nossos erros!
Deus não se agrada de ver seus filhos brigando.
O comandante da milícia abaixa a arma e concorda.
Tudo termina bem e a cidade finalmente volta a sua normalidade.
Dois meses depois, um abaixo assinado obriga o governo a realizar um plebiscito onde noventa e nove por cento da população da cidade do Rio de Janeiro concorda em mudar o nome da cidade para Luantrópolis. E votaram também para que Marechal Luan seja o Governador até quando quiser.
A partir de agora, Marechal Luan passa a ser o Governador de cidade de Luantrópolis. Que passa a ser conhecida mundialmente como Luan City.
Na cerimônia de posse…
Marechal Luan recebe o título de governador de Luantrópolis e faz um discurso.
Logo depois, comemoram no palácio da cidade.
Entre os convidados, está o capitão do exército Gabriel Carlos, irmão do Marechal Luan que de imediato, vai cumprimentá-lo.
- Irmão, parabéns!
Marechal Luan aperta sua mão e diz.
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- Diga então! Respondeu o capitão Gabriel Carlos.
- Preciso que vá comigo em um vilarejo no interior da Bahia. Explicou Marechal Luan.
- O que vamos fazer lá?
Marechal Luan coloca a mão no ombro de seu irmão e diz.
- Quando chegarmos lá, você saberá!
E depois de envolvê-lo com o braço, Marechal Luan conclui.
- Vamos lá à mesa comemorar com papai e mamãe!
Dois dias depois…
Marechal Luan e capitão Gabriel chegam ao vilarejo.
Vão até uma pequena propriedade e param em frente a um estábulo.
- Irmão, você comprou um cavalo para mim? Perguntou capitão Gabriel com ar de deboche.
Marechal Luan olha para seu irmão. E num toque de mágica, sua armadura azul cobre todo seu corpo.
- Cara, isso é incrível! Elogiou capitão Gabriel admirado.
Marechal Luan então diz.
- Você não viu nada!
Imediatamente, Marechal Luan estica o braço e do chão, sai uma caixa de metal verde brilhante.
Capitão Gabriel fica pasmo.
A caixa começa a se dissolver e o líquido verde brilhante se
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- Fique tranquilo irmão! Disse Marechal Luan.
Capitão Gabriel se lembrou de como seu irmão adquiriu sua armadura e aí, compreendeu. Deixou-se envolver pelo líquido verde brilhante que em segundos, tomou todo seu corpo, formando uma incrível armadura verde brilhante.
- Irmão, você está formidável! Elogiou Marechal Luan com orgulho.
- Está armadura é sua! Foi feita para você. Pense e ela fará! Ela se comunica com você em espírito. Por isso, nunca será usada por outra pessoa. Concluiu.
- Sim compreendo! A armadura está me mostrando todas as batalhas que já participou para manter a Paz e a justiça. Inacreditável! Ela Já foi de um cavaleiro templário com o mesmo DNA que o nosso! Disse capitão Gabriel enquanto admirava sua armadura.
- Por isso que a armadura só poderá ser utilizada por você. Explicou Marechal Luan.
- Parabéns Marechal Gabriel! Cumprimentou seu irmão com orgulho estampado em seu rosto.
- De onde tirou isso? Perguntou capitão Gabriel todo bobo.
- Recebi o título de Marechal Luan de um morador de rua. Nada mais justo que eu escolha o seu. Respondeu com orgulho Marechal Luan.
Marechal Gabriel recolhe a máscara de seu rosto e sorri.
Tempo atual
Voltando aos dias da grande batalha final, forças da aliança
Tempo atual
Voltando aos dias da grande batalha final, forças da aliança
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Julius Embusteiro enfrentava Marechal Gabriel e Marechal Luan quando Sir Willian Selvagem conseguiu abrir um portal em que Julius Embusteiro acaba caindo.
Nesse instante, um portal se abre no meio da floresta amazônica e Julius Embusteiro sai por ele, caindo numa possa de água.
Imediatamente, Julius Embusteiro se levanta e corre na direção do portal que se fecha fazendo com que bata de frente com uma gigantesca árvore.
- Não posso ser derrotado assim! Gritou enquanto lançava raios de energia de sua mão derrubando várias árvores.
Julius Embusteiro se ajoelha e leva às mãos a cabeça.
Ele se deita e fica assim por várias horas.
A chuva vem, a noite cai! O frio juntamente com a chuva é implacável! Mas mesmo assim, Julius Embusteiro continua deitado pensando no que fazer.
Ao amanhecer, a chuva para e o sol aparece.
Julius Embusteiro se levanta e contempla a visita.
Mato para todos os lados. Mal dá para ver a luz do sol.
A raiva o consome.
- Como pude ser derrotado outra vez? Estou no meio do nada!
- Que lugar é esse? Perguntava enquanto andava na selva tentando chegar a algum lugar.
Quatro dias se passam. Julius Embusteiro continua furioso. Derruba árvores, caça animais para comer cru mesmo. Está
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virando um selvagem!
De repente, ele ouve um barulho.
Vai à direção do barulho e se depara com um bando de garimpeiros clandestinos.
Entre eles, há um indígena.
- Quem é você coisa nojenta? Perguntou um dos garimpeiros já apontando uma arma para Julius Embusteiro.
Julius Embusteiro não perde tempo. Vai à direção dele e agarra o garimpeiro pelo pescoço enquanto falava.
Os outros começam a atirar.
Imediatamente Julius Embusteiro lança um raio que faz todos caírem no chão.
Só o garimpeiro que está na sua mão e o índio sobrevive.
- Inseto mestiço. Se não quiser acabar assim, faça o que mando.
Nesse instante, Julius Embusteiro solta o garimpeiro e vai à direção da comida.
- Não tente fugir! Advertiu.
O garimpeiro fica no chão cheio de medo.
O indígena se ajoelha e vai com o rosto ao chão e começa a reverenciá-lo.
Julius Embusteiro começa a comer como um animal selvagem.
Ele observa o indígena.
- Você fala português. Então presumo que estejamos na Amazônia. Correto? Perguntou Julius Embusteiro em voz alta e agressiva.
- Sim! Respondeu o garimpeiro.
- Não preciso mais de você. Sentencia Julius Embusteiro apontando a mão para ele e preparando o golpe mortal.
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Julius Embusteiro começa a rir. Vai na direção do indígena que continua de joelhos com o rosto colado ao chão.
Ele se senta de frente para o indígena e pergunta ao garimpeiro.
- Qual o seu nome?
- Jeredaia Redois. Respondeu o garimpeiro.
Julius Embusteiro olha fixamente para o garimpeiro e depois de breve intervalo, responde.
- Precisa ter algo que me interesse para que eu poupe sua vida. Pois seu nome não o está ajudando.
- A vontade que tenho é de matar você e quem lhe deu esse nome.
- Eu já fiz isso senhor! Respondeu o garimpeiro.
Julius Embusteiro o olha espantado.
- Estou começando a gostar de você! Elogiou.
Julius Embusteiro se levanta. Olha fixamente para o indígena e pergunta com voz grossa.
- Por que me reverência desta maneira?
- O senhor é poderoso e invencível! Com certeza foi enviado pelos deuses para nos libertar. Respondeu o indígena que permanecia curvado fingindo adora-lo.
- Libertar do que seu verme de cor vermelha? Perguntou Julius Embusteiro com ar de desprezo.
- Do homem branco que destrói nossas aldeias e nossa cultura. Respondeu o indígena.
- Jeredaia Redois? Deixe-me a par de tudo que há por aqui e do que temos. Ordenou Julius Embusteiro.
E enquanto Jeredaia Redois lhe informava, Julius
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Embusteiro começava a ter ideias de como se reerguer e dominar o mundo mais uma vez.
Horas mais tarde, Julius Embusteiro já arrumado e mais civilizado se aproxima do indígena que continuava curvado no chão e ordena.
- Levanta-te verme imundo.
O índio se levanta. Porém, contínua de cabeça baixa.
Julius Embusteiro então pergunta.
- Sua aldeia? Onde fica?
O indígena responde.
- A alguns dias daqui. Naquela direção.
- Qual é seu nome?
- Marajó.
- Vou te chamar de Cacique. Finalizou Julius Embusteiro.
- Jeredaia Redois? Gritou.
- Sim! O que deseja mestre?
- Podemos chegar na aldeia de caminhão?
- Sim mestre! Respondeu Jeredaia Redois com certo receio.
- Por que está com medo Jeredaia Redois? Perguntou Julius Embusteiro.
- Eles não são muito amigáveis. Respondeu Jeredaia Redois.
- Eu é que não sou muito amigável! Respondeu dando um sorriso.
- Vamos logo. Arrume o caminhão, pois a viagem é longa. Ordenou Julius Embusteiro.

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