Ano 4 ed. 14, Dezembro de 2010.
A Princesa Maria
Em uma época muito remota, mais ou menos na idade média do ano de 2010, existia uma princesa chamada Maria que tinha uma manga vampira e voadora como mascote.
Essa princesa, era prisioneira do malvado Bento B do reino de Besouro, xerife do reino de Igor, cujo Rei Breno se ausentara por motivos da próxima história.
Bento Besouro, a manteve prisioneira, pois era apaixonado pela comida que ela fazia.
- Você vai cozinhar pra mim princesa. Ordenou Bento Besouro.
- Não vou não seu xerife malvado. Respondeu a chorosa princesa agarrada a seu mascote, a manga vampira.
- Vossa alteza é a única que sabe fazer salgadinhos gostosos. Não abrirei mão de você minha querida. Replicou Bento Besouro.
- E digo mais. Se não fizer minhas vontades, chupo essa manga vampira e ridícula que você cuida como se fosse algo que preste. Finalizou o malvado xerife.
Mais tarde, bem longe do reino de Igor, o comando da força aérea recebe um chamado misterioso no qual pedia ajuda.
Imediatamente, a força aérea envia seus mais ferozes heróis para a missão de resgate da princesa Maria.
Quem adivinhar quem são os heróis, ganha um doce.
Isso mesmo, meus queridos e entediados leitores.
Os coronéis Sérgio Bruaca e Gilberto Fala Muito.
Mais tarde, chegando ao castelo do xerife Bento Besouro, os coronéis Sérgio Bruaca e Gilberto Fala Muito, começam os preparativos para o resgate da adorável princesa.
De repente, eis que surge no alto do castelo, Bento Besouro.
- O que querem aqui bravos heróis? Perguntou o xerife em tom suave.
- Viemos resgatar a princesa. Respondeu o Coronel Bruaca.
Nesse momento, Bento Besouro põem a mão no queixo e fica pensativo.
Enquanto isso, no outro lado da margem do rio, coronéis Gilberto e Bruaca, analisam a situação.
- Vamos fazer o seguinte. Vou distrai-lo com algumas piadas e nesse tempo, você dá a volta e resgata a princesa Maria. Combinado? Analisou o coronel Gilberto.
- Combinado nada seu besta. Suas piadas, não tem a menor graça. Respondeu o coronel Bruaca.
- Xerife Bento. Vou lhe fazer uma proposta. Eu lhe ofereço o coronel Gilberto para ser seu lacaio, em troca da princesa. Barganhou o coronel Bruaca.
- O que pensa que sou? Só porque tenho cara de broa de milho, não quer dizer que eu seja uma espiga. Eu já tenho meu lacaio. Respondeu o xerife bento Besouro.
- Apareça meu lacaio. Ordenou.
De repente, todos ficam surpresos quando o lacaio de Bento Besouro aparece.
Coronel Bruaca, gofou de tanto espanto e coronel Gilberto Fala Muito, ficou sem fala.
Ere ele. Elias Elinguá. Saindo de uma das torres olhando para todos os lados como um suricato perdido.
- Isso é covardia seu xerife de meia suja. Respondeu o Coronel Bruaca.
- Covardia é o que vou fazer agora. Retrucou Bento Besouro.
- Lacaio, vá lá e destrua todos.
- Quem? Eu? Ir a onde? Ta maluco? Posso ser lacaio, mais não sou burro.
- Esse aí, é o coronel Sérgio Bruaca. Destemido e corajoso. Respondeu Elias Elinguá.
- Eu vou é ficar do lado deles. Você é um xerife meio esquisito. Completou.
Nesse momento, coronel Gilberto manda o helicóptero baixar uma caixa brindada.
Todos ticam curiosos.
- O que você tem aí seu coronel ridículo? Perguntou Bento Besouro.
- Você vai ver. Respondeu o coronel Bruaca.
E de repente, a caixa começa a se abrir.
Xerife Bento Besouro, começa a ficar com uma faixa branca nas costas e começa a gritar como um frango.
É a arma “jota”.
Princesa Maria, fica tão apavorada, que começa a chupar a manga vampira que cuidava com tanto carinho.
- A arma “jota” é Ju Boca de Guitarra. Gritou a princesa apavorada.
- Nunca imaginei que você fosse capaz, coronel Bruaca. Respondeu visivelmente amedrontado o xerife Bento.
- Eu avisei você. Finalizou o coronel Bruaca.
Elias Elinguá, correu para de baixo da saia da princesa Maria.
- Ju Boca de Guitarra. Manda um alô para o xerife. Ordenou o coronel Bruaca.
- Eu vou lá na birosca contar umas piadas para a Márcia Esponja. Respondeu fugindo o coronel Gilberto.
- Eu vou derrubar esse castelo. Gritou Ju Boca de Guitarra.
Nesse instante, o castelo desmoronou.
Coronel Bruaca, ficou muito feliz.
- Muito bem, Ju Boca de Guitarra. Toma aí uma esfiha.
- Não quero nada seu otário. Isso é o que você merece. Respondeu Ju Boca de Guitarra, que aproveitou e deu uma surra no coronel Bruaca.
- Ao menos, salvei a princesa Maria. Respondeu o coronel Bruaca, com os dentes e o fígado na mão.
De repente, saindo dos escombros do castelo, a princesa Maria carregava nos ombros o xerife Bento Besouro e Elias Elinguá desacordados.
- Seu idiota. Olhe o que fez. Eu estava tentando conquistar o coração deste xerife banguela para poder vender meus salgadinhos na feira. Você tinha que estragar tudo.
- Vamos embora Ju. Vamos para a birosca comer salgados. Ordenou a princesa Maria.
- Eu sou um herói injustiçado. Choramingou o coronel Bruaca.
- Pare de chorar e vamos pra birosca comer salgados e comemorar o natal.
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